Sábado, 31 de Março de 2007

5ª Semana da Quaresma - Sábado

Amanhã celebramos o Domingo de Ramos. Hossana!

Na multidão que acolhe Jesus, há pobres, doentes, oprimidos. Ao verem Jesus, recobram esperança e gritam: "Hossana!", isto é, "Por favor, salva-nos!".

Jesus é da família de David. Jerusalém é a cidade de David. Apesar do rei David ter morrido Há 1000 anos, deixou a recordação de uma época feliz. Ao chamarem a Jesus "Filho de David", todos esperavam por essa alegria perdida.

Por meio de Jesus que vem em nome do Senhor, a multidão dirige-se a Deus. Através dele é Deus que ela acolhe. Hoje eu posso acolher a Deus abrindo o meu coração aos outros.

Do Domingo de Ramos ao Domingo de Páscoa, para os cristãos de todo o mundo, é a semana mais importante do ano. É a Semana Santa.

Abrir com amor as mãos para partilhar com os que nada têm, abrir com amor o coração para oferecer a esperança aos que choram, abrir com amor a vida para receber a Palavra do Pai que envia a anunciar a Boa Nova a todos os que esperam pela felicidade que vem de Deus: é viver acolhendo como Jesus!

(DOLL, Françoise . A caminho da Páscoa. Porto: Edições Salesianas, 1993)



(Adaptado de http://www.infancia-misionera.com/ramoscolor.htm)
publicado por ssacramento às 12:58
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 30 de Março de 2007

5ª Semana da Quaresma - Sexta-feira

Faz hoje 103 anos que nasceu Alexandrina Maria da Costa, na freguesia de Balasar, no concelho da Póvoa de Varzim. Poucos dias depois, a 2 de Abril, num sábado de Aleluia, foi baptizada. Desde 1925 que permaneceu no seu leito, devido a uma mielite na coluna dorsal, até à sua morte a 13 de Outubro de 1955. A Congregação para as Causas dos Santos declarou-a Venerável por decreto de 12 de Janeiro de 1996 e João Paulo II proclamou-a Bem-Aventurada em 25 de Abril de 2004.

Embora a mãe fosse analfabeta, colocou as duas filhas, Alexandrina e a irmã Deolinda, na casa da família do carpinteiro Pedro Teixeira Novo, na Póvoa de Varzim, para poder frequentar a escola. Aí permaneceu desde Janeiro de 1911 até Julho de 1912, tendo aprendido a ler e a escrever, mas não fazendo qualquer exame (a irmã Deolinda fez a terceira classe).  Nessa altura fez também a primeira comunhão.

Regressada a Balasar passou a viver no lugar do Calvário. Quando completou os doze anos, um camponês dos arredores pediu-a para criada de servir. A mãe autorizou, mas pôs condições: que o amo a mandasse à missa todos os domingos e a confessar-se uma vez por mês; deveria deixá-la ir a casa todos os dias de festa; nunca poderia deixá-la sair à noite.  O contrato durou apenas cinco meses, tendo Alexandrina regressado à casa materna, dedicando-se aos serviços domésticos e aos trabalhos do campo. Aos 12 anos foi nomeada catequista da paróquia e integrou o coro das raparigas.

Aos 13 anos, encarrapitada em cima de um carvalho a apanhar folhas para os animais, caiu no solo tendo ficado imóvel por algum tempo. Alguns meses depois começou a sentir grande fadiga, levando-a a abandonar as lides do campo e passando a trabalhar na costura, em casa, ajudada por algumas aprendizes.

Quando tinha 14 anos, no Sábado Santo de 1918, estando em casa em companhia da irmã  e de uma amiga, surgiram três indivíduos que as quiseram assaltar. Enquanto a irmã e a companheira se escaparam, Alexandrina para fugir e defender a sua virgindade atirou-se de uma janela, da altura de 4 metros. Quando se quis levantar não podia, pois uma dor aguda trespassava-lhe a espinha. A doença de que padecia, em resultado da queda, agravara-se.

Aos 21 anos recolheu à cama, onde permaneceu durante os 30 anos que viveu neste mundo, sendo sua irmã Deolinda a sua enfermeira e secretária, enquanto a mãe continuava a trabalhar fora para sustentar a casa.

Cerca de 1930 ofereceu-se como vítima pelos Tabernáculos abandonados e pela salvação dos pecadores, por intermédio da Virgem Maria. Três anos depois obteve licença para que fosse celebrada a Eucaristia no seu quarto de enferma. A partir de 1938 sofreu a paixão de Cristo.

O que foi a sua vida narra-o ela mesma no seu diário, parte escrito por ela e o resto ditado à irmã. Entre 27 de Março de 1942 até à morte, durante 13 anos e 7 meses, viveu em completo jejum e total anúria (supressão da formação da urina), sendo o seu único alimento a Comunhão eucarística. Este caso foi rigorosamente examinado por vários médicos, em casa da doente e durante um internamento de 40 dias e 40 noites na Casa do Refúgio de Paralisia Infantil da Foz do Douro. Este jejum lembra situações idênticas vividas com a Beata Ângela de Foligno que passou 12 anos sem tomar alimento; Santa Catarina de Sena, viveu da mesma forma durante 8 anos; Santa Ludovina, que passou assim 28 anos; Teresa Newmann, que esteve em jejum 36 anos.

Em 1944, Alexandrina inscreveu-se na Pia União dos Cooperadores Salesianos.

Após a sua morte foi sepultada no cemitério paroquial, com o rosto voltado para a igreja para poder "ver" o sacrário, mas os seus restos foram transladados, em 18 de Julho de 1978, do cemitério para uma capela construída na igreja paroquial.

(Adaptado de Alexandrina de Balasar - Testemunho e Mensagem. Braga: Arquidiocese de Braga, 2005)


Alguns outros aspectos importantes da vida da Beata Alexandrina podem ser consultados em http://www.vatican.net/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20040425_da-costa_po.html
publicado por ssacramento às 13:27
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 29 de Março de 2007

5ª Semana da Quaresma - Quinta-feira

"Era uma vez um homem que estava farto de chorar. Olhou à sua volta e viu que tinha diante dos seus olhos a felicidade. Estendeu a mão e queria apanhá-la.

A felicidade era uma flor. E logo que a apanhou com a sua mão, imediatamente a flor perdeu as pétalas. A felicidade era um raio de sol. Ergueu os olhos para aquecer o rosto, mas de repente uma nuvem cobriu-o. A felicidade era uma guitarra. Acariciou-a com os seus dedos, mas as cores desafinaram.

Quando ao entardecer regressou a casa, o homem continuava a chorar.

Na manhã seguinte continuou à procura da felicidade. À beira do caminho havia uma criança que choramingava. Para a tranquilizar, colheu uma flor e deu-lha. A fragrância da flor perfumou os dois. Uma pobre mulher, coberta de trapos, tremia de frio. Levou-a até ao sol e também ele se aqueceu. Um grupo de crianças cantava. Acompanhou-as com a sua guitarra e também ele se deleitou com aquela melodia.

Ao entardecer, regressando a casa, o bom homem sorria verdadeiramente. Tinha encontrado a felicidade."
(FERREIRA, Pedrosa - Educar contando. Porto: Edições Salesianas; 1997)


E nós, já encontramos a verdadeira felicidade?

publicado por ssacramento às 17:16
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 28 de Março de 2007

5ª Semana da Quaresma - Quarta-feira

O Santuário de Fátima comemorou hoje o centenário do nascimento da Irmã Lúcia, com um programa que incluiu a celebração de uma Eucaristia na Basílica e a recitação do Rosário na Capelinha das Aparições. No início do programa, o director do Serviço de Estudos e Difusão do Santuário, Padre Dr. Luciano Cristino, apresentou algumas notas biográficas sobre a Irmã Lúcia que a seguir se resumem:

"A principal protagonista das Aparições nasceu em 28 de Março de 1907 (com data no assento de baptismo de 22 de Março), em Aljustrel, paróquia de Fátima, e faleceu no dia 13 de Fevereiro de 2005.

Em 17 de Junho de 1921, ingressou no Asilo de Vilar (Porto), dirigido pelas religiosas de Santa Doroteia.

Depois foi para Tuy, onde tomou o hábito, com o nome de Maria Lúcia das Dores. Fez a profissão religiosa de votos temporários em 3 de Outubro de 1928 e, em 3 de Outubro de 1934, a de votos perpétuos. No dia 25 de Março de 1948, transferiu-se para Coimbra, onde ingressou no Carmelo de Santa Teresa, tomando o nome de Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado.

No dia 31 de Maio de 1949, fez a sua profissão de votos solenes.

A Irmã Lúcia veio a Fátima várias vezes: em 22 de Maio de 1946; em 13 de Maio de 1967; em 1981, para dirigir, no Carmelo, um trabalho pictórico sobre as Aparições; em 13 de Maio de 1982, 13 de Maio de 1991 e 13 de Maio de 2000.

Faleceu no Convento de Santa Teresa, em Coimbra, a 13 de Fevereiro de 2005. A 19 de Fevereiro de 2006 o seu corpo foi trasladado para a Basílica do Santuário de Fátima, onde foi tumulado ao lado da sua prima, a vidente Beata Jacinta Marto."

As notas biográficas da Irmã Lúcia podem ser consultadas na sua totalidade em:
http://www.santuario-fatima.pt/portal/index.php?id=2247

Quanto à homilia de hoje, feita pelo Bispo de Leiria-Fátima nestas cerimónias, encontra-se disponível em:
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=44377&seccaoid=9&tipoid=31

Fica ainda a informação que já se iniciaram os trabalhos para construir o Museu Irmã Lúcia, no Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra, com um espólio que incluirá objectos pessoais, fotografias, cartas, bem como a máquina onde dactilografava os seus escritos. Aguarda-se a sua abertura ainda no decorrer do presente ano.

Tal como referiu o bispo de Leiria-Fátima, recordar a Irmã Lúcia é
"transportar-nos para o Mistério de Deus e da sua Palavra, que nos ilumina e inspira".

publicado por ssacramento às 21:25
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 27 de Março de 2007

5ª Semana da Quaresma - Terça-feira

No passado domingo, 25 de Março celebrou-se a solenidade da Anunciação da Virgem Maria, que coincidiu com o quinto domingo da Quaresma e, por isso, se celebrou ontem. Neste domingo, o Papa Bento XVI ao rezar a oração do Angelus, na praça de São Pedro, no Vaticano, fez referência a esta solenidade afirmando que a "Anunciação, narrada ao início do Evangelho de São Lucas, é um acontecimento humilde, escondido -- ninguém o viu, só o presenciou Maria --, mas ao mesmo tempo decisivo para a história da humanidade. Quando a Virgem pronunciou o seu «sim» ao anúncio do anjo, Jesus foi concebido e com Ele começou a nova era da história. (...)

«Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra». A resposta de Maria ao anjo continua na Igreja, chamada a tornar presente Cristo na história, oferecendo a sua própria disponibilidade para que Deus siga visitando a humanidade com a sua misericórdia.
 
O «sim» de Jesus e de Maria renova-se, deste modo, no «sim» dos santos, especialmente dos mártires, que são assassinados por causa do Evangelho. Sublinho isso recordando que a 24 de Março, aniversário do assassinato de Dom Oscar Romero, arcebispo de San Salvador, celebrou-se a Jornada de Oração e de Jejum pelos Missionários Mártires: bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos, assassinados no cumprimento da sua missão de evangelização e de promoção humana. Eles, os missionários mártires, como diz o tema deste ano, são «esperança para o mundo», pois testemunham que o amor de Cristo é mais forte que a violência e o ódio. Não buscaram o martírio, mas estiveram dispostos a dar a vida para serem fiéis ao Evangelho. O martírio cristão só se justifica como supremo acto de amor a Deus e aos irmãos.

Neste período da Quaresma contemplamos mais frequentemente a Virgem, que no Calvário sela o «sim» pronunciado em Nazaré. (...) Invoquemos com confiança a sua intercessão para que a Igreja, fiel à sua missão, dê ao mundo inteiro testemunho do amor de Deus."



(publicado pela Agência Internacional Católica de Notícias Zenit)
publicado por ssacramento às 21:07
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 26 de Março de 2007

5ª Semana da Quaresma - Segunda-feira

Hoje, são dois os registos que gostaria de deixar memória: uma notícia e um convite. Aqui ficam.

  • Ontem a Sé do Porto foi pequena para acolher os milhares de pessoas que quiseram participar na celebração de entrada solene de D. Manuel Clemente na Diocese desta cidade.
"Na sua homilia, D. Manuel Clemente criticou a sensibilidade pós-moderna dominante nos últimos 30 anos, afirmando que o refúgio constante nas desconfianças e impressões é como "escrever na água".

"Chamam pós-moderna à sensibilidade dominante nas últimas três décadas. Caracterizam-na como fruto de grandes decepções ideológicas e concentração no momentâneo e imediatamente gratificante", alertou, para frisar que "neste ambiente, o pensamento é débil, os valores são frágeis e as práticas inconsequentes".

"Não é difícil concluir que, se ficamos apenas com desconfianças e impressões, não faremos nada de futuro, enquanto crentes e cidadãos. Como se escrevêssemos na água…", acrescentou.

Nesse sentido, D. Manuel Clemente lembrou que Jesus escreveu não na água, mas na areia, "como quem dava tempo aos interlocutores para lerem nas próprias consciências" e que "a Igreja de Cristo existe no Mundo e para o Mundo como sinal e activação desta novíssima graça, que reconstrói vidas e relança caminhos, a partir do poder de Deus".

"Não peça o Mundo à Igreja outra coisa senão esta, a luz e a graça de Cristo para o triunfo do bem", apontou".(http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=44305&seccaoid=3&tipoid=4)

A homília do novo bispo pode ser lida em:
 http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=44295&seccaoid=9&tipoid=4

  • Quaresma é tempo de partilha. No próximo sábado teremos mais uma possibilidade de contribuir e ajudar os outros, assistindo à peça "O Crucificado". Os bilhetes podem ser adquiridos na Sacristia da Igreja do Santíssimo Sacramento. A presença e o contributo de todos nós é importante.









publicado por ssacramento às 21:48
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 25 de Março de 2007

Domingo V da Quaresma

O Evangelho de hoje apresenta-nos Jesus perante uma mulher que, de acordo com a Lei, tinha cometido uma falta que merecia a morte. Como escreveu Santo Agostinho, “Relicti sunt duo: misera et misericordia", ficaram só os dois: a mísera e a misericórdia. A mulher perdeu publicamente a honra e estava em riscos de perder a vida; é a miséria humana. Essa mulher representa a humanidade pecadora, os dramas da vida de cada um, os gritos de desespero, as desilusões. Jesus tem uma palavra de misericórdia para com todos. À adúltera restituiu-lhe a beleza perdida, salvou-a.

Neste tempo quaresmal, Cristo convida-nos a fazer um exame de consciência e ver o que nos move e o que nos afasta d'Ele. São Paulo aos Filipenses afirma que renunciou "a todas as coisas" e considerou "tudo como lixo". E nós, procuramos lixo ou pérolas? Perdemo-nos nos bens mundanos ou procuramos Jesus Cristo? E é novamente S. Paulo quem nos aponta o
caminho, "Só penso numa coisa: esquecendo o que fica para trás, lançar-me para a frente, continuar a correr para a meta, em vista do prémio a que Deus, lá do alto, me chama em Cristo Jesus".

Jesus de Nazaré está à nossa porta e bate. Se abrirmos o nosso coração, Ele entra e senta-se à mesa connosco. Então, é a festa. É a Páscoa.

Celebremos, pois, a misericórdia do Senhor e a alegria da reconciliação com Deus.


(Imagens retiradas de http://jardimdepoesia.blogs.sapo.pt/arquivo/mao-deus.jpg e http://laurabmartins12.blogs.sapo.pt/arquivo/negrorezar_Deus.gif)





publicado por ssacramento às 13:49
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 24 de Março de 2007

4ª Semana da Quaresma - Sábado




O silêncio! No meio do burburinho citadino e diário, nesta sociedade cheia de ruídos, cada vez é mais dificil apreciar o precioso silêncio. Até parece que as pessoas têm medo do silêncio! Uma pequena e conhecida história de quatro monges convida-nos a meditarmos sobre este tema.




"Quatro monges decidiram caminhar juntos em silêncio durante um mês. O primeiro dia correu maravilhosamente. Mas, passado o primeiro dia, um dos monges disse:
- Estou com dúvidas se fechei a porta antes de sair do mosteiro.
E disse um outro:
- Estúpido! Tínhamos decidido guardar silêncio durante um mês, e tu vens quebrá-lo assim sem mais?
Então disse o terceiro:
- E tu? Também acabas de o romper!
O quarto monge disse:
- Graças a Deus, sou o único que não falei!" (FERREIRA, Pedrosa - Educar contando. Porto: Edições Salesianas; 1997)


O silêncio também é positivo. Ele é presença e não ausência. Não há que ter medo ao silêncio. O silêncio, iluminado pelo Evangelho, é essencial na nossa vida.


(Imagem retirada de http://amigosdetaize.no.sapo.pt/images/silencio.jpg)
publicado por ssacramento às 14:06
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 23 de Março de 2007

4ª Semana da Quaresma - Sexta-feira

Faz sentido confessar-se? Esta é a pergunta que intitula um dos artigos da revista Stella acabadinha de chegar pelo correio. O título chamou-me a atenção e resolvi ler o artigo escrito pelo Padre Saturino Gomes. Aqui fica a sugestão:

"Hoje, encontramos muitas pessoas que afirmam não sentirem necessidade de confessar os pecados ao sacerdote, pois relacionam-se directamente com Deus. Sabemos todos que Jesus deixou à Igreja o poder de perdoar os pecados, como também de os reter. "Recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos" (Jo 20, 22-23).
Este sacramento chama-se sacramento da Penitência, da Reconciliação, do Perdão, da Confissão, da Conversão. (...)
Este sacramento é um sacramento de cura juntamente com o da unção dos doentes. Cura-nos dos pecados, fortalece a graça divina em nós, dá-nos um coração de paz, abre-nos caminhos de humildade e de fé. Confessar os pecados ao sacerdote é confessar-se a Deus, mediante a Igreja, exprimindo a nossa condição de pecadores perante o representante de Deus. (...)
O sacramento robustece-nos e contribui para uma vida de santidade. (...) Não nos devemos limitar à confissão anual, ou duas ou três vezes ao ano. A fidelidade à confissão sacramental é garantia de uma vida cristã autêntica, de uma vontade de purificação e de crescimento no amor.
O penitente deve confessar, antes de mais, os pecados graves. "Devem-se confessar todos os pecados graves ainda não confessados, dos quais nos recordamos depois dum diligente exame de consciência. A confissão dos pecados graves é o único modo ordinário para obter o perdão" (Compêndio, nº 304). Os pecados veniais devem ser também objecto de confissão, pois ajuda-nos a formar uma consciência recta e a combater contra os vícios, para que assim o Espírito Santo nos fortifique (cf. Compêndio, nº 306).
O penitente faz a confissão dos seus pecados de forma individual, recebendo a absolvição, se estiver verdadeiramente arrependido, juntamente com a absolvição. Não são permitidas absolvições comunitárias (ou confissões comunitárias ou as chamadas "missas do perdão") em que o sacerdote absolve todos os fiéis dos seus pecados. A absolvição simultânea a vários penitentes sem confissão individual é admitida pela Igreja em situações muito graves, por exemplo, em perigo de morte (guerra, deslocações), e outras."


AS CELEBRAÇÕES PENITENCIAIS NA NOSSA IGREJA OCORRERÃO SEGUNDO O HORÁRIO REFERIDO NA FOLHA PÃO E VIDA Nº 403:

  • 24/03 (sábado), às 15 horas, para a Catequese
  • 31/03 (sábado), às 15 horas, para todos
  • 04/04 (quarta-feira santa), às 21,30 horas, para todos.
publicado por ssacramento às 20:00
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 22 de Março de 2007

4ª Semana da Quaresma - Quinta-feira

Excerto da entrevista ao novo Bispo do Porto, D. Manuel Clemente, cujo ministério se inicia no próximo Domingo, e que será emitida no programa 70 x 7, da RTP2, no dia 25 de Março. A totalidade da entrevista encontra-se disponível em:

http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=44158&seccaoid=6&tipoid=4

- O bispo tem que criar sintonias, tem que criar proximidades com aqueles que quer servir, tem que ser um deles?

D. Manuel Clemente – Julgo que ele tem, sobretudo, que reconhecer as sintonias que o próprio Espírito de Jesus Cristo sustenta na Igreja.

Numa perspectiva de fé, e até constatação na História da Igreja, do que foi acontecendo, nós reparamos que a maior oportunidade é aquela que lhe dá o Espírito de Jesus Cristo. Ou seja, a Igreja existe porque o Espírito de Jesus Cristo a cria e recria e sustenta ao longo das gerações e dos séculos, mantendo sempre viva e disponível essa proposta evangélica. Por isso eu acredito que na Igreja do Porto, como em todas as igrejas particulares, o Espírito de Jesus Cristo suscita constantemente - às vezes onde menos se detecta à primeira vista e dificilmente chega à comunicação social - mas vai suscitando iniciativas, disponibilidades, aquilo a que nós chamamos carismas, graças específicas para a construção da Igreja.

O papel do Bispo é estar muito atento a tudo aquilo que o Espírito vai suscitando, e não digo trazendo para a ribalta, mas aproveitando, integrando, chamando. Por isso o seu papel, mais do que ser uma posição de topo, é uma posição de centro (em termos evangélicos uma posição de serviço, como Jesus se apresenta quando lava os pés aos discípulos). O que requer é uma atenção constante à acção do Espírito, porque essa é a sua maior oportunidade. Ou seja, eu sei que hoje e em todos os dias em que eu estiver no Porto, o Espírito de Jesus Cristo suscitará em muito homem e muita mulher cristã desta Diocese disponibilidades, intenções, vontades, iniciativas que são fecundação do Espírito para que a Igreja no Porto realize a sua obra, que é a apresentação hoje do Evangelho de sempre.

– Até que ponto é necessário entranhar-se na cultura do Porto, ser portista – não em termos desportivos – estar atento à realidade do Porto?

D. Manuel Clemente – Sem dúvida, eu falei da realidade que o Espírito cria. Mas essa realidade é uma realidade de criação e portanto existe com dinamismos de sociedade, culturas e mentalidades próprias em cada parte da terra, com as suas riquezas específicas. Por isso a disponibilidade tem que ser muito grande para conhecer, para ouvir.

A acção do Bispo não é uma acção solitária, é acção no centro de uma igreja. Tudo o que sejam dinamismos de participação, de partilha, de convivência, de cultura e de debate é prioritário. Aqui não pode haver, como nalgumas corridas de bicicleta, umas fugas do pelotão, porque o bispo vai no centro do pelotão. E às vezes até tem que ir atrás, como se dizia antes, no coço da procissão, empurrando. Outras vezes terá de ir à frente. Mas isso o Espírito é que suscitará e lembrará.

publicado por ssacramento às 19:33
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 21 de Março de 2007

4ª Semana da Quaresma - Quarta-feira

Ontem foi o Dia Mundial da Poesia. Parece nada ter a ver connosco, não é verdade? Porém,  esta data era uma boa ocasião para nos lembramos do magnífico Livro dos Salmos. Pois bem, aproveitei a ideia e escolhi alguns excertos de um bonito poema deste livro da Bíblia. Trata-se do Salmo 144(145) e que foi o Salmo Responsorial da Eucaristia de hoje.

"Exaltarei a tua grandeza, ó meu rei e meu Deus;
hei-de bendizer o teu nome para sempre.
Todos os dias te bendirei;
louvarei o teu nome para sempre.
O Senhor é grande e digno de todo o louvor;
a sua grandeza é insondável.

O Senhor é clemente e compassivo,
paciente e cheio de bondade.
O Senhor é bom para com todos
e a sua misericórdia se estende a todas as criaturas.

O Senhor é fiel à sua palavra
e perfeito em todas as suas obras.
O Senhor ampara os que vacilam
e levanta todos os oprimidos.

O Senhor é justo em todos os seus caminhos
e perfeito em todas as suas obras.
O Senhor está perto de quantos O invocam,
de quantos O invocam em verdade.

Cante a minha  boca os louvores do Senhor,
e todo o ser vivo bendiga o seu santo nome para sempre."
publicado por ssacramento às 22:04
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 20 de Março de 2007

4ª Semana da Quaresma - Terça-feira

Li algures que um discípulo lamentava-se ao mestre por este lhe contar histórias sem lhe explicar o significado. O mestre respondeu-lhe: "Que dirias se alguém te oferecesse um fruto e o mastigasse antes de to dar?".

Pois bem, aqui fica uma história para a saborearmos:

Estavam três pedreiros a trabalhar. Passou alguém e perguntou a um deles:
"- O que é que estás a fazer?
- Estou a ganhar a vida, respondeu.
A mesma pergunta foi dirigida ao segundo:
- O que é que estás a fazer?
- Estou a construir uma parede.
- E o senhor? -, perguntou a mesma pessoa ao terceiro.
- Estou a construir uma catedral."

Três profissionais, os mesmos instrumentos e material, o mesmo projecto e tarefa, no entanto, três trabalhos realizados de modo diferente.

"Estou a construir uma catedral"; "Estou a salvar vidas"; "Estou a limpar a cidade"... São atitudes destas que dão alegria a quem trabalha e qualidade ao que se faz. Colocar uma finalidade, descobrir um sentido, torna o trabalho agradável, não dá a sensação de inutilidade e vazio que martiriza tantos funcionários.

"Quer comais, quer bebais", diz S. Paulo, "fazei tudo por amor a Deus". Ser cristão também é dar sentido às coisas, aos factos, ao trabalho, à vida. É semear significados à frente dos passos que vão sendo dados.


(Adaptado de BÁGGIO, António - Tudo transformar em cada amanhecer. Lisboa: Edições Paulistas, 1993)

publicado por ssacramento às 19:38
link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Segunda-feira, 19 de Março de 2007

4ª Semana da Quaresma - Segunda-feira


Hoje, dia 19 de Março, festa de S. José, é Dia do Pai.

"Ser Pai é ser companheiro construindo no ninho familiar a grandeza dos filhos para alicerçar valores que edificam a sociedade.

Ser Pai é ser jardineiro plantando raízes de virtudes com mãos delicadas para que o lar seja sementeira de luz e de verdade.

Ser Pai é ser fonte de vida inaugurando nossa história com gestos de amor, renovando a herança da criação." (Missionários Combonianos)


Uma proposta, a leitura da Mensagem da Associação Famílias para o Dia do Pai:

"Num momento histórico de grandes, graves e profundas transformações familiares, reflectir sobre a figura insubstituível do pai é um imperativo. Apesar do caminho percorrido, a reflexão sobre a figura do Pai carece de um aprofundamento.

Se por um lado cada vez mais homens exercem de forma consciente, interventivamente positiva e responsável, o serviço da paternidade, acontece que ainda se verificam casos de demissão do exercício dessas mesmas funções que são, como se disse, indispensáveis.

Uma certa irresponsabilidade na assunção da paternidade geradora de situações penalizadoras de monoparentalidade exercida quase só pela mãe ou a chamada “reconstituição familiar” após rupturas de origem diversa causam, não raramente, danos irreparáveis no crescimento harmonioso de crianças e jovens. Além disso, e como já não chegassem estas situações fragilizadoras, a nossas legislação liberalizadora do aborto promove a ausência do Pai, remetendo exclusivamente para a mãe, como se cada criança não tivesse Pai ou este não passasse de um irresponsável, a decisão de acolher ou matar um filho.

Reflectir, hoje, Dia do Pai, sobre o que cada pai deve ser junto dos filhos, nascidos ou por nascer, é, pois um imperativo. Só assim, contribuímos para o (re)fazer do tecido social pela e com a Família e nela pelo e com o Pai.

Urge, pois, apoiar e promover na Família e na sociedade uma cultura que valorize o Pai, como um esteio fundamental no acolhimento dos filhos e na sua educação permanente.

(...) A Associação apela, também, aos Pais que por diversas razões que não nos compete julgar, se sentem tentados a não exercerem a paternidade para que não se afastem (nem se deixem afastar) da missão que, por Natureza, lhes é inerente: serem, com a Mãe, co-educadores dos filhos comuns.

Recordamos, igualmente, os Pais que já partiram e que agora dormem o sono eterno, para que encontrem a Paz e o prémio da doação que fizeram da sua vida para a educação dos filhos."


(http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=44040&seccaoid=9&tipoid=81)



Imagens retiradas de http://www.devocionario.com/imagenes/s_jose_6.jpg,  http://troll-urbano.weblog.com.pt/arquivo/pai.bmp e http://christian-dating-service-plus.com/blog/wp-content/uploads/2006/06/single%20father.jpg
publicado por ssacramento às 11:14
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 18 de Março de 2007

Domingo IV da Quaresma

"Não me apetecia dizer nada", porque a Palavra de Deus é bela. Assim começava ontem o Padre Jorge a sua homília. E continuava... É preciso estar atento. Saber discernir. Há momentos na nossa vida em que Deus nos fala. O filho pródigo deixou-se chamar. Pôs-se a caminho. Às vezes há tantos embaraços ao nosso caminho... Adiamos, adiamos e adiamos a nossa reconciliação. Tal como o homem paralítico que esperou 38 anos por alguém que o colocasse na piscina miraculosa, também no presente há muitos paralíticos espirituais, que não têm forças para se levantarem.

O pai aguardava ansiosamente o seu filho. Esperava o seu regresso a casa para o cobrir de beijos, lhe fazer uma festa e lhe dar um anel, símbolo da aliança restabelecida.

Não há palavras, pontos ou vírgulas a acrescentar a este belo texto. "Este meu filho estava morto e regressou à vida". Esse filho somos nós. Deus aguarda-nos com o seu coração compassivo de Pai.

A folha Pão e Vida relembra-nos o horário das celebrações penitenciais...


Para os "mais novos":




(BD adaptada de http://www.infancia-misionera.com/4cucolor.htm)

publicado por ssacramento às 09:15
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 17 de Março de 2007

3ª Semana da Quaresma - Sábado


Para compreendermos melhor a 2ª leitura do 4º Domingo da Quaresma:

"Por volta de 56/57, chegam a Corinto missionários itinerantes que se apresentam como apóstolos e criticam Paulo, lançando a confusão. Provavelmente, trata-se ainda desses “judaizantes” que queriam impor aos pagãos convertidos as práticas da Lei de Moisés (embora também possam ser cristãos que condenam a severidade de Paulo e que apoiam o laxismo da vida dos coríntios). De qualquer forma, Paulo é informado de que a validade do seu ministério está a ser desafiada e dirige-se a toda a pressa para Corinto, disposto a enfrentar o problema. O confronto é violento e Paulo é gravemente injuriado por um membro da comunidade (cf. 2 Cor 2,5-11;7,11). Na sequência, Paulo abandona Corinto e parte para Éfeso. Passado algum tempo, Paulo envia Tito a Corinto, a fim de tentar a reconciliação. Quando Tito regressa, traz notícias animadoras: o diferendo foi ultrapassado e os coríntios estão, outra vez, em comunhão com Paulo. É nessa altura que Paulo, aliviado e com o coração em paz, escreve esta Carta aos Coríntios, fazendo uma tranquila apologia do seu apostolado.

O texto que nos é proposto está incluído na primeira parte da carta (2 Cor 1,3-7,16), onde Paulo analisa as suas relações com os cristãos de Corinto. Neste texto em concreto, transparece essa necessidade premente de reconciliação que vai no coração de Paulo.

A palavra-chave desta leitura é “reconciliação” (das dez vezes que Paulo utiliza o verbo “reconciliar” e o substantivo “reconciliação”, cinco correspondem a esta passagem). Transparece, portanto, aqui, a angústia de Paulo pelo “distanciamento” dos seus queridos filhos de Corinto e a sua vontade de refazer a comunhão com eles.

Mas, para além da reconciliação entre os coríntios e Paulo, é necessária a reconciliação entre os coríntios e Deus. Daí a ardente chamada do apóstolo a que os coríntios se deixem reconciliar com Deus. “Em Cristo”, Deus ofereceu aos homens a reconciliação; aderir à proposta de Cristo é acolher a oferta de reconciliação que Deus fez. Ser cristão implica, portanto, estar reconciliado com Deus (isto é, aceitar viver com Ele uma relação autêntica de comunhão, de intimidade, de amor) e com os outros homens. Isto significa, na prática, ser uma criatura nova, um homem renovado. (...)

[Qual a mensagem que nos fica para os nossos dias?]

• Ser cristão é, antes de mais, aceitar essa proposta de reconciliação que Deus nos faz em Jesus. Significa que Deus, apesar das nossas infidelidades, continua a propor-nos um projecto de comunhão e de amor. Como é que eu respondo a essa oferta de Deus: com uma vida de obediência aos seus projectos e de entrega confiada nas suas mãos, ou com egoísmo, auto-suficiência e fechamento ao Deus da comunhão?

• É “em Cristo” – e, de forma privilegiada, na cruz de Cristo – que somos reconciliados com Deus. Na cruz, Cristo ensinou-nos a obediência total ao Pai, a entrega confiada aos projectos do Pai e o amor total aos homens nossos irmãos. Dessa lição decisiva deve nascer o Homem Novo, o homem que vive na obediência aos projectos de Deus e no amor aos outros. É desta forma que eu procuro viver?

• A comunhão com Deus exige a reconciliação com os outros meus irmãos. Não é uma conclusão a que Paulo dê um relevo explícito neste texto, mas é uma perspectiva que está implícita em todo o discurso. Como me situo face a esta obrigatoriedade (para o cristão) de me reconciliar com os que me rodeiam?"


(Retirado de http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_liturgia.asp?noticiaid=43533=
publicado por ssacramento às 12:20
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 16 de Março de 2007

3ª Semana da Quaresma - Sexta-feira

Muitas vezes encontramo-nos em dias de cansaço, incómodos, em situações físicas e espirituais em que a oração nos é dura, quase impossível. Quantas vezes não teremos ouvido o mesmo dito: "Hoje, depois de um dia em que não parei um minuto, quando quis rezar não fui capaz de nada." Nessas ocasiões, para muitos, rezar e meditar torna-se um fardo pesado. São muitas as vezes em que nos sentimos cansados dificultando-nos a concentração e a oração!... Nesses momentos, a minha oração tem que acomodar-se ao meu estado vivencial.

A primeira atitude a tomar é colocar-me numa posição de relaxamento e ausência de tensão nervosa e muscular. Depois, fecho os olhos. Aqui estou, Senhor. Tomo consciência do meu corpo: dos meus olhos... Aqui estou, Senhor. ... dos meus ouvidos...  Aqui estou, Senhor ... da minha boca saem palavras de louvor ao Senhor... Aqui estou, Senhor ... todo o meu ser louva o Senhor... Aqui estou, Senhor.

Acabei de fazer a minha oração de presença. Quem sabe se já não estou pronto para rezar a vida. De olhos fechados, tomo consciência da vida no meu ser. Tomo consciência da minha respiração. O ar é inspirado e depois expulso. Os pulmões enchem-se e esvaziam-se em movimento repetido. Com ele o organismo vai podendo viver, o sangue purificando-se e as células tendo vida. Tudo isto é demasiado maravilhoso para ser desprezado. Por isso, vou fazer do acto de respiração uma oração, uma oferta. E se não posso meditar, rezar, dizer palavras, então que o movimento extraordinário do meu respirar seja oração, louvor, oferta a Deus. Se o cantar dos pássaros louva o Senhor, se as águas do mar e as estrelas do Céu glorificam o Senhor, porque não louvar, glorificar o Senhor da Vida, com a vida da minha respiração? Cada acto de respiração é um acto de oferta, de louvor. É algo muito simples, feito sem palavras, oferecido em vida.


(Adaptado de Pedroso, Dário - Vida em oração. Braga: Editorial A.O., 1989)
publicado por ssacramento às 19:31
link do post | comentar | favorito
|

.Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

Visite Pão e Vida

Visite Casa-Acolhimento Santa Marta

.Fuego Santo

.subscrever feeds

.pesquisar

 

.Visite

.posts recentes

. Maria...

. Mãe admirável

. Apóstolos S. Pedro e S. ...

. A boca do justo proclama ...

. Um "novo humanismo"

. Isabel e Maria

. Solenidade de S. João Bat...

. Eu vos dou graças, Senhor...

. Não perca hoje na nossa p...

. Os pais de Maria

. Não podemos aceitar que o...

. Morte e Vida: Perspetiva ...

. Jesus fala aos meninos da...

. A Igreja Católica e o Ano...

. Educação Moral e Religios...

. Morte e Vida: Perspetiva ...

.arquivos

. Dezembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

.Dezembro 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Counters
Free Counter
blogs SAPO