Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007

Faço contas

Viver, respirar, marcar o compasso do tempo, eis a nossa bonita e arriscada aventura.
Ninguém consegue fugir ao tempo.
Mais logo, ao soar das 12 badaladas, como quem deita acima uma feixe de espigas, carregamos aos ombros mais um ano e para um novo abrimos os braços.
Durante o ano que hoje abandonamos, o nosso coração caminhou muitos caminhos com intransmissíveis passos.
As alegrias pareceram-nos breves. Lentas foram as lágrimas da dor e da solidão. Pesados os medos, infinitas as lutas, distantes os sonhos, frequentes os tropeços. A dor abriu-nos caminhos de brasas no coração.
Mas pode que, quando olhemos para trás, descubramos, com espanto, que os melhores dias foram aqueles que passámos a lutar por um paraíso na terra.
Faço contas e pontualizou três lições deste ano que passou:
- a solidão não tem flor nem fruto, é estéril;
- se tu mesmo não te derrotas, ninguém poderá derrotar-te;
- se tu próprio não te tornas livre, ninguém poderá dar-te a liberdade.
"Ano novo, vida nova", dizemos por estes dias em que também fazemos propósitos. Neste novo ano que se aproxima, queria confiança em mim e nos outros, fé e lucidez e, já agora, a certeza de que o futuro está cheio de caminhos, como a espiga de grãos.

(Adaptado de
MANUEL, Henrique - Mas há sinais... Prior Velho: Paulinas, 2004)
publicado por ssacramento às 12:28
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 30 de Dezembro de 2007

Louvor à Sagrada Família



(da Liturgia das Horas)
publicado por ssacramento às 10:54
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 29 de Dezembro de 2007

O exemplo de Nazaré

Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho. Aqui se aprende a observar, escutar, meditar e penetrar o significado tão profundo e misterioso desta manifestação do Filho de Deus, tão simples, tão humilde e tão bela. Talvez se aprenda também, quase sem dar por isso, a imitá-la. Aqui se aprende o método e o caminho que nos permitirá compreender facilmente quem é Cristo. (...)

[Em Nazaré, aprendemos,] em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh, se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito, tão necessário para nós, que nos vemos assaltados por tanto ruído, tanto estrépito e tantos clamores na agitada e tumultuosa vida do nosso tempo! Silêncio de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor de uma conveniente formação, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê.

Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu carácter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré como é preciosa e insubstituível a educação familiar e como é fundamental e incomparável a sua função no plano social.

Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do Filho do Carpinteiro! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano; restabelecer a consciência da sua dignidade, de modo que todos a sentissem; recordar aqui, sob este tecto, que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que a sua liberdade e dignidade se fundamentam não só em motivos económicos, mas também naquelas realidades que o orientam para um fim mais nobre.


(Alocução do Papa Paulo VI, em Nazaré, a 5 de Janeiro de 1964, in
Liturgia das Horas)


Pode encontrar
AQUI uma apresentação para falar do Natal às crianças, que se encontra no blogue do Serviço Diocesano de Catequese de Leiria-Fátima.
.
publicado por ssacramento às 10:07
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007

Um hino de louvor



(da Liturgia das Horas)
publicado por ssacramento às 20:43
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007

O Natal na nossa Paróquia


publicado por ssacramento às 18:28
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Símbologia do menino: o Menino Jesus

Os Evangelhos falam muitas vezes de Jesus como Menino (Lc 2,17.27.33.40.48; Mt2,11.13.14...), mas também falam muitas vezes de outros meninos. O termo menino é frequentemente símbolo da simplicidade e de todas as virtudes positivas, em ordem a entrar no reino de Deus. Logo, menino não significa necessariamente uma pessoa de tenra idade, podendo significar alguém que não é ainda "adulto", crescido, na condição social ou em qualquer outro aspecto da vida.

Assim, um pobre, ignorante, uma pessoa de condição social inferior podem ser chamados "pequeninos" ou "meninos" e seria nesse sentido que Jesus terá dito: "Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais de vir a mim, pois delas é o reino dos céus" (Mt 19,14; Mc 10,13-16).

A nova maneira de ser e de viver que Jesus veio ensinar consiste em ser simples e aberto a Deus e aos novos valores do Reino anunciados por Ele,  valores que só podem ser aceites por quem tiver um coração aberto e simples como o de um menino. A estes contrapõem-se os "adultos", os sacerdotes e escribas, que não querem a procissão dos ramos feita a Jesus, nem os cânticos dos meninos. "Perante os prodígios que Ele realizava, os meninos gritavam no Templo: Hossana ao Filho de David" (Mt 21,15). Os sacerdotes e escribas não gostaram nada destes louvores que os meninos lhe tributavam. Jesus respondeu-lhes com o Salmo 8,3 (Mt 21,17).  Assim, estes "adultos", os sábios e entendidos, os escribas e sacerdotes,
estão cheios de preconceitos e más intenções contra Jesus, acreditando mais na sua sabedoria humana do que na sabedoria que vem de Deus, enquanto os meninos são vistos no aspecto positivo: simples, naturalmente bons, sem os preconceitos e a maldade dos adultos (Mt 11,25; Lc 10,21; 1Cor14,20).


(Revista Bíblica, nº 241)
publicado por ssacramento às 10:55
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007

Símbolo bíblico do menino: o que caminha para a idade adulta

A partir da ideia de infância ligada à de inocência, alguns estudiosos da Bíblia imaginaram os nossos primeiros pais inocentes como meninos, isto é, não tinham pecado, porque não podiam pecar, mas ao chegarem à idade adulta, adquirindo o conhecimento do bem e do mal, escolheram o mal e pecaram. Logo, "ser menino" equivalia a ser homem ou mulher incompletos, imperfeitos, trazendo, pois, consigo uma ideia negativa.

Assim, o menino tem uma dupla dimensão simbólica: uma positiva, de inocência e ausência do mal e do pecado; a outra negativa, um homem ou mulher em evolução psicológica e física, um não-adulto, um ser a caminho da perfeição, atingível na idade adulta.

Por causa deste conceito, a criança pouca importância merecia nas sociedades antigas: o menino era visto como um não-homem, e a menina como uma não-mulher. S. Paulo, sob a influência desta mentalidade, serviu-se do símbolo do menino para falar da caminhada da fé dos cristãos: "Não seremos mais meninos inconstantes, levados por qualquer sopro de doutrina, pela malignidade dos homens e pelos seus artifícios enganadores. Mas praticando a verdade, cresceremos em todas as coisas pela caridade." (Ef 4,14; ver 1Cor 13,11).

Menino é aquele que não cresceu o suficiente para ser adulto, tanto na dimensão física como espiritual. Antes da vinda de Cristo ao mundo, no seu Natal, as pessoas ainda viviam todas na idade infantil, sujeitas ao tutor, a Lei; com Cristo, começou a idade adulta (Gal 4,1-5). No seu Natal, todos nascemos para sermos filhos de pleno direito,  isto é, tornámo-nos adultos.

(Revista Bíblica, nº 241)
publicado por ssacramento às 20:38
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 25 de Dezembro de 2007

O Menino, símbolo da inocência original

Ao chegar a Festa do Natal, todos os que têm alguma cultura cristã lembram-se de Jesus, o Deus-Menino, que nasceu em Belém. Talvez por isso, o Natal é considerado a festa das crianças e estas recebem prendas especiais e, por analogia e pela força da publicidade, também os adultos recebem prendas e sentem-se um pouco mais crianças.

Qual o sentido geral de menino na Bíblia? São vários os termos relacionados com ele, mas têm o mesmo significado fundamental: criança e pequenino. Aliás, a ideia de infância está intimamente ligada com a ideia de inocência.

Em muitas culturas, a inocência coincide com o estado anterior ao pecado do homem, sendo a infância o sinónimo de estado paradisíaco, em que o homem e a mulher viviam num ambiente onde imperava a simplicidade natural e a espontaneidade.

Outra ideia similar a esta é a que representa os seres humanos como crianças inocentes, no estado anterior ao nascimento, ou seja, antes da vinda a este mundo, que é visto como um campo de batalha onde o mal e o bem se degladiam numa guerra sem quartel. Esta vida paradisíaca tem o seu ponto de referência fundamental no seio materno, onde o ser humano goza de protecção e de todos os bens que necessita, sem qualquer trabalho. Assim foi visto o estado de Adão e Eva, que não precisavam de trabalhar, porque Deus dava-lhes tudo. Esta ideia apresenta-nos o menino como alguém ainda não responsável, não autónomo, aquele que ainda não é capaz de se defender e sustentar a si mesmo.

A ideia do ser humano no estado de menino inocente está também ligada ao estado anterior ao conhecimento perfeito das coisas. Ser menino, nesse caso, é não distinguir bem as coisas boas das más. É não ter capacidade moral e, como tal, ser moralmente irresponsável. Menino seria aquele que faz as coisas, boas ou más, mas, como as não distingue, não pode ser premiado nem castigado por causa delas.

(Revista Bíblica, nº241)
publicado por ssacramento às 21:50
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|
Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007

Um gesto pela paz: uma proposta da Caritas

"Pelo 5º ano consecutivo, a Cáritas vai realizar em todo o país a OPERAÇÃO 10 MILHÕES DE ESTRELAS-UM GESTO PELA PAZ. Esta iniciativa tem o objectivo de contribuir para “lançar uma pedrada no charco” em que se tornou a vivência do Natal que deixou de ter no seu centro o aniversariante: Jesus Cristo. Na génese desta campanha estão os valores da solidariedade da justiça e da paz.

A vela é apenas um sinal e um instrumento que facilite a partilha de bens com os mais pobres, porque enquanto persistirem tantas e tão graves desigualdades na haverá paz na terra mesmo para “os homens de boa vontade”.

A proposta do acendimento de uma pequenina chama nos parapeitos das nossas casas também é denúncia da opulência, expressa em milhões de luzes que se acendem mas que não iluminam verdadeiramente nem aquecem os corações.


FAÇA UM GESTO DE PAZ. NA NOITE DO DIA 24 DE DEZEMBRO ACENDA UMA VELA PELA PAZ"

(http://www.caritas.pt/estrelas/)

publicado por ssacramento às 15:39
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 23 de Dezembro de 2007

Celebrações de Natal

Na Igreja do Santíssimo Sacramento as celebrações de Natal ocorrerão seguindo o seguinte horário:
  • Missa Vespertina ou da Vigília - dia 24 de Dezembro, às 16 horas (não haverá missa às 19 horas);
  • Missa da Meia-Noite - dia 25 de Dezembro, às 00 horas;
  • Missas do Dia - às 10,30 horas, 12 horas e 19 horas (não haverá missa às 9 horas).
"A todos os fiéis e homens e mulheres de boa vontade o Pároco, Diácono e demais Padres que colaboram nesta paróquia desejam um Santo Natal e Ano Novo pleno das Bençãos de Deus."
publicado por ssacramento às 20:48
link do post | comentar | favorito
|

Vem aí a vida

É sempre assim no Natal: muita luz, calor, alvoroço, riso, amizade, gestos, prendas. Muito tudo.

Uma espécie de consciência universal, um suspiro por quem nada tem. Gente acompanhada e só.

Os múltiplos rostos e nomes da solidão parecem no Natal mais concretos e frios. O espaço de quem esteve tantas vezes e neste Natal não está à mesa parece maior. O luto do coração não deixa que os olhos se iluminem.

O Natal é hino à vida. Mas o que é a vida senão também mãos desempregadas, fragmentos de família, corações desfeitos, um pai ou mãe sós, o telefone que não toca, droga, fracassos afogados em álcool, doença, assombro e inquietude? É também isto a vida.

Mas é muito mais: milhões de homens e mulheres justos, um filho que chega, outro que pula para os braços da mãe, o beijo, os milagres que todos os dias escrevem a história, o postal do amigo, estrelas acesas pelas noites, o doce da rabanada, a flor em mão estendida... o chegar de um Deus que nos revela o rosto e o oculto sentido de cada coisa!

É o desafio. Calem-se os gritos. Enterre-se a morte. Vem aí a vida.


(MANUEL, Henrique - Mas há sinais... Prior Velho: Paulinas, 2004)
publicado por ssacramento às 20:35
link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 22 de Dezembro de 2007

As figuras do presépio

Quando olho para o presépio são várias as personagens que me chamam a atenção e me ajudam a contemplar e rezar:

Os anjos, porque anunciaram a boa nova, a paz e disseram aos pastores quais eram os sinais para identificar o Messias recém-nascido.

Os pastores, porque foram a correr ver se era verdade o que os anjos lhes tinham dito, conhecer o Messias que acabara de nascer e, ao voltar, louvavam e glorificavam Deus por tudo o que tinham visto e ouvido.

Os habitantes de Belém, que nem se aperceberam de que quem pede abrigo são os mais necessitados, que se irão sentir bem acolhidos ou rejeitados. Podemos sempre acolher Jesus ou rejeitá-Lo, mas é sempre Jesus quem chega na pessoa de quem passa necessidade.

A minha atenção vai ainda para as personagens principais:

Para José, tão pronto a servir, tão calado, tão apaixonado por Maria e pelo seu filho, e tão agradecido aos pastores que correram a visitar Jesus.

Para Maria, tão entusiasmada com o seu bebé que até se esquecia do desconforto daquele e
stábulo e tão feliz como mãe, ocupada a embalar, amamentar, a cuidar e proteger o seu filho recém-nascido.

Jesus, tão pequeno, tão tranquilo, precisando de todos para tudo e necessitando de tudo. Tinha fome, frio, medo e estava tão feliz nos braços de Maria e de José.

Mas no presépio também me chamam a atenção os animais:

A vaca e o burro, que os receberam no estábulo, lhes deram a sua companhia e, com o seu bafo, aqueciam aquele lugar meio abandonado.

Algumas ovelhas perdidas, que os pastores deixaram ali para que agasalhassem o menino e dessem leite e lã aos seus pais.


Quem me dera ter estado ali naquela altura e ser um pouco de tudo: anjo, pastor, José, Maria, e até vaca ou burro, para fazer Jesus sentir-se um pouco mais confortável!


(Adaptado de DIOS, Joaquín Mª García - Rezo com o Evangelho cada dia. Porto: Edições Salesianas, 2006)
publicado por ssacramento às 18:42
link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

Nunca é tarde

Há quase dois mil anos foi-nos oferecida a oportunidade de um recomeço, a possibilidade de um outro olhar sobre nós próprios, de uma inversão de marcha para escolher outro caminho. Foi posta à nossa disposição a possibilidade de crescer.

Quantos homens trazem Deus perdido dentro de si?

Algumas filosofias do indivíduo convidam-no à máxima exaltação de si próprio. Logo, o supremo valor é aquele que encontra em si, não no que o transcende. Aderindo sem reservas às suas emoções, vontades e fantasias, sem impor limites aos seus apetites, sente que já não precisa de se construir: basta-lhe fundir-se consigo próprio e afirmar-se como modelo absoluto. É fácil aderir a essa soberania do capricho; podemos ser seduzidos tão subtilmente que nem nos damos conta de que fazer do princípio do prazer uma norma nos vai debilitando até à degradação. Importante é não esquecer que as patologias da pós-modernidade não são fatalidades; temos a liberdade de escolher modos de ser mais autênticos. E para isso, como para (quase) tudo, nunca é tarde.

(MANUEL, Henrique - Mas há sinais... Prior Velho: Paulinas, 2004)
publicado por ssacramento às 18:22
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

A sociedade judaica no tempo de Jesus: os saduceus; os fariseus

A sociedade judaica no tempo de Jesus era muito diversificada, coabitando grupos muito fechados, para além do peso da ocupação romana. A ebulição era constante e daí o clima do processo e morte de Jesus, já que se aguardava o regresso de um Messias ou libertador, que teria uma função simultaneamente política e profética.

No tempo de Jesus eram vários os grupos religiosos. Os saduceus constituíam um grupo muito próximo de Cristo. Até o simples facto de discutir com Ele já implica uma certa convivência. Convém notar que a sociedade judaica de então era uma verdadeira teocracia, em que não havia distinção entre o poder religioso e o poder político. Este poder estava, pois, nas mãos dos saduceus, partido que congregava os sacerdotes de alta linhagem, as suas famílias e notáveis. Eram também uma força económica, já que tinham o monopólio das terras e riquezas. Colaboravam gostosamente com o ocupante romano, mostrando-se muito tradicionalistas em matéria religiosa, rejeitando qualquer evolução. Hostilizavam certos ritos populares, como o baptismo de água ou as imersões preconizadas pelos fariseus. No episódio do bom samaritano, Jesus refere-se aos sacerdotes ou quando convida a não acumular riquezas, e assim se compreende o ódio dos saduceus para com Ele e a vontade de o entregarem à morte.

Quanto aos fariseus, ainda hoje surgem como  os mal-amados do Evangelho, suscitando a cólera ou maldições de Jesus, acusados de hipocrisia. Porém, a realidade era um pouco diferente, pois frequentemente os fariseus revelam-se bastante piedosos, desejosos de respeitar a Lei. Eram recrutados essencialmente de entre os escribas e os artesãos, gozando da simpatia de uma arraia-miúda que detestava os ricos saduceus. A proximidade de Jesus com os fariseus é constante: movem-se no mesmo terreno, partilham da crença na ressurreição dos mortos.

(Revista Bíblica, nº 247)


publicado por ssacramento às 08:57
link do post | comentar | favorito
|
Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007

Algumas perguntas e respostas

Em que ano podemos datar o nascimento de Jesus?
Aproximadamente no ano 4 a.C., isto é, um pouco antes da morte de Herodes, o Grande, de que nos falam Mateus e Lucas. Esta indicação dos evangelistas, que faz nascer Jesus em Belém naquela data é bastante fiável, pois Lucas e Mateus não se conheciam um ao outro e falam ambos nela.

Seria São José um carpinteiro, tal como falam as Escrituras?
Naquela época, a palavra carpinteiro tinha um sentido mais amplo do que na actualidade: este artesão não trabalhava apenas a madeira, mas também o ferro, couro, etc.

Porquê a escolha do ofício de carpinteiro atribuído a São José?
Para mostrar quanto a pregação de Jesus atingia essencialmente um meio social de pequenos artesãos, pescadores, camponeses, um grupo social bastante cultivado, que lia regularmente a Torá e de onde eram recrutados os escribas de obediência farisaica.

Podemos situar no tempo a pregação de Jesus?
Deve ter-se desenvolvido entre os anos 27-28 (correspondendo a um ano sabático, um ano de graça que ofereceu um contexto propício à actividade de Jesus) e o ano 30.


(Revista Bíblica, nº 247 - entrevista realizada por Marc Leboucher ao padre Charles Perrot, especialista em Judaísmo palestinense)
publicado por ssacramento às 16:43
link do post | comentar | favorito
|
Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Preparação do Natal


Alguns avisos paroquiais...
  • Celebração do Natal: as crianças do Jardim de Infância, ATL e da Escola Superior Santa Maria, celebrarão o Natal na Igreja Paroquial, no dia 19/12 às 10,30 horas;
  • Festa de Natal das crianças: Realizar-se-á no dia 21/12, às 17 horas;
  • Visita a doentes e idosos: Durante a presente semana, o Pároco visitará doentes e idosos que o desejarem;
  • Sacramento da Reconciliação: Todos os sábados, das 15 às 16,30 horas e antes e após as Eucaristias;
  • Oratória de Natal de Schutz: Ocorrerá na sexta-feira, 21/12, às 21 horas, executada pelos Arautos do Evangelho.
publicado por ssacramento às 20:31
link do post | comentar | favorito
|

.Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

Visite Pão e Vida

Visite Casa-Acolhimento Santa Marta

.Fuego Santo

.subscrever feeds

.pesquisar

 

.Visite

.posts recentes

. Maria...

. Mãe admirável

. Apóstolos S. Pedro e S. ...

. A boca do justo proclama ...

. Um "novo humanismo"

. Isabel e Maria

. Solenidade de S. João Bat...

. Eu vos dou graças, Senhor...

. Não perca hoje na nossa p...

. Os pais de Maria

. Não podemos aceitar que o...

. Morte e Vida: Perspetiva ...

. Jesus fala aos meninos da...

. A Igreja Católica e o Ano...

. Educação Moral e Religios...

. Morte e Vida: Perspetiva ...

.arquivos

. Dezembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

.Dezembro 2012

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Counters
Free Counter
blogs SAPO