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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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Semana Santa - Sexta-feira













"A Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor é constituída por uma liturgia austera e sóbria. (...) Os paramentos são vermelhos e a liturgia desenvolve-se em três momentos – a liturgia da Palavra, com a leitura do IV cântico do poema do Servo de Deus (Is. 52, 13), a carta aos Hebreus com a passagem do Sumo Sacerdote «causa de salvação para os que lhe obedecem» (Heb. 4, 14), e a Paixão segundo São João, o teólogo místico que vê na cruz a exaltação de Cristo. Às leituras segue-se a oração universal; - a adoração da cruz com a antífona de origem bizantina «adoramos Senhor a vossa cruz… pelo madeiro veio a alegria a todo o mundo» e os impropérios nos quais Jesus reprova a ingratidão do seu povo; - a comunhão com o Pão eucarístico consagrado na tarde de quinta feira santa. A piedade popular gosta de participar na procissão do Enterro do Senhor e comove-se com a presença da Senhora da Soledade acompanhando o seu Filho morto.

A sexta feira é um dia de intenso luto e dor mas iluminado pela esperança cristã. A devoção à Paixão do Senhor está fortemente arreigada na piedade cristã. A peregrina Eteria, ao descrever as cerimónias em Jerusalém, por volta do ano 400, diz: «dificilmente podeis acreditar que toda a gente, velhos e jovens, chorem durante essas três horas, pensando no muito que o Senhor sofreu por nós»."

(http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=44639&seccaoid=9&tipoid=127)






A cruz é um dos símbolos mais antigos e universais em todas as civilizações e encontra-se relacionada com os símbolos do círculo, que ela divide em quatro partes, do quadrado, que é feito pelas quatro pontas da cruz, e do centro, de onde partem as suas quatro partes.


A cruz tem quatro partes ou pontas, relacionando-a com o simbolismo do número quatro, o número da totalidade: o seu traço horizontal evoca a totalidade espacial e cósmica dos quatro ventos ou quatro pontos cardeais, das quatro fases da Lua e das quatro estações do ano; o seu traço vertical representa a ligação entre o céu e a terra. Logo, a cruz é a síntese e a medida do universo: nela se encontram o céu e a terra, nela se resume a totalidade do universo. Por outro lado, o cruzamento ou junção das duas linhas é vista como o centro do mundo novo inaugurado por Jesus. Assim, em Jo. 19, 34, Jesus é-nos apresentado na cruz com sangue e água (dois símbolos da vida) a saírem-lhe do lado, sendo uma releitura de Ez. 47, 1-12, ou seja, o mundo novo começa como uma fonte de água pura, que sai de um novo templo. (Adaptado da Revista Bíblica, nº 248)





As meditações da Via Crucis, que o Papa Bento XVI presidirá hoje à noite no Coliseu de Roma, estão disponíveis em
 http://www.vatican.va/news_services/liturgy/2007/documents/ns_lit_doc_20070406_via-crucis-present_po.html
http://www.vatican.va/news_services/liturgy/2007/documents/ns_lit_doc_20070406_via-crucis_po.html.




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