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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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Cinco minutos com Deus


Já pensamos alguma vez que os nossos olhos são uma maravilha? Cabe neles todo o universo e com eles abarcamos a imensidade, pois podemos pousá-los na pequena flor que cresce a nossos pés e nas estrelas que brilham sobre nós. Nessa florinha, tal como nessas estrelas, nas nuvens vermelhas pelo sol poente, tal como nas montanhas cobertas com o turbante da neve brilhante, devemos contemplar a grandeza de Deus, que tanto fez a violeta humilde e insignificante, como a montanha majestosa.

Cada astro na noite é como uma balada de amor que chega à grande janela da criação. Cada estrela é uma assinatura divina, no pergaminho do céu. É bom que nos habituemos a ser capazes de ler as assinaturas de Deus em tudo o que nos rodeia. Foi para nós que Deus as escreveu.

(MILAGRO, Alfonso - Os cinco minutos de Deus. Cucujães: Editorial Missões, 2005)

Ginástica espiritual



  1. Ginástica de relaxamento - Entrega ao Pai Celestial todas as tuas cargas, preocupações e tristezas.
  2. Ginástica respiratória - Respira apenas a atmosfera de paz, amor e felicidade.
  3. Ginástica ocular - Vê somente o bem nos teus semelhantes.
  4. Ginástica auditiva - Escuta a voz de Deus.
  5. Ginástica para a mente - Exercita exclusivamente ideias construtivas.
  6. Ginástica para a língua - Pronuncia apenas palavras edificantes e caridosas.
  7. Ginástica facial - Sorri, sorri, sorri o dia inteiro.
  8. Ginástica para as pernas - Anda sem temer pelos caminhos que Deus te indicar.
  9. Ginástica para as mãos - Une-as diariamente, para uma oração especial.
  10. Ginástica para o coração - Irradia sentimentos de amor.
  11. Ginástica para a alma - Contacta com Deus todos os dias.

(Revista Cruzada, Junho 2007)

"Como vaso de alabastro"

Que lição extraordinária nos deixa o Senhor com o Evangelho de ontem! "Não atira pedras, não julga nem condena. Ama, perdoa e abre o coração a quem fraquejou, mas quer recomeçar. Deus ama-me como se não tivesse no mundo mais ninguém a quem amar. Pede-me Cristo que eu também abra o coração e ame, perdoe e acolha como Ele amou e perdoou.

Que eu aprenda, Senhor, a semear os teus gestos de perdão, ao jeito do teu amor misericordioso e acolhedor." (Revista Fátima Missionária)

(Adaptado de http://www.infancia-misionera.com)

"Crê, ensina e vive"

"Cada sacerdote é um dom de Deus à Igreja, que se agradece, acompanha e estimula pela oração de todos. E o mesmo se diga das vocações na sua origem, em que se aliam a iniciativa divina e a colaboração dos crentes. O Papa João Paulo II escreveu que “a vocação sacerdotal é um dom de Deus, que constitui certamente um grande bem para aquele que é o seu primeiro destinatário. Mas é também um dom para a Igreja inteira, um bem para a sua vida e missão. A Igreja, portanto, é chamada a proteger este dom, a estimá-lo e amá-lo: ela é responsável pelo nascimento e pela maturação das vocações sacerdotais” (http://www.diocese-porto.pt/)

Na Homilia da Missa Crismal, D. Manuel Clemente pedia "que a vossa oração pelos sacerdotes seja insistente e persistente, para que perseverem e cresçam sempre mais no ministério, generosos e felizes - felizes porque generosos -, descobrindo que, como garantiu o Senhor, “a felicidade está mais em dar do que em receber” (Ac 20, 35). Que rezeis pelos seminaristas e por todos aqueles que, certamente, o Espírito já chama ao sacerdócio, para “anunciar a boa nova aos pobres e proclamar o ano da graça do Senhor”!" (Voz Portucalense, 13/06/2007)

A Paróquia do Santíssimo Sacramento contragula-se com o passo que o estagiário Renato Poças irá dar no próximo dia 8 de Julho, altura em que será ordenado diácono. "Na ordenação diaconal receberá a seguinte missão: "Crê naquilo que lês, ensina o que crês, vive o que ensinas" (Folha Pão e Vida, nº 416).

E porque todos somos chamados por Deus a uma vocação que nos conduz à felicidade, somos convidados a participar no encontro com o Padre Jorge Madureira, responsável diocesano pelas vocações, que se realizará na nossa Paróquia, na próxima sexta-feira, dia 22 de Junho, pelas 21,30 horas.

Sagrado Coração de Jesus

 
 

A devoção ao Coração Divino de Jesus Cristo começou a ser praticada já no início da Igreja. Na Idade Média o Sagrado Coração de Jesus era tomado como modelo de amor, paciente pelos nossos pecados, a quem devemos reparar entregando-lhe o nosso coração (santas Lutgarda, Matilde, Gertrudes a Grande,Margarita de Cortona, Angela de Foligno, São Boaventura, etc.).

No século XVII esta devoção estava muito espalhada. São João Eudes, já em 1670, introduziu a primeira festa pública do Sagrado Coração. Em 1673, Santa Margarida Maria de Alocoque começou a ter uma série de revelações que a levaram à santidade e ao impulso de formar uma equipa de apóstolos desta devoção.

 

De meados do século XVIII para o século XIX, as associações do Sagrado Coração aumentaram de 1000 a 100.000, sendo fundadas diversas congregações religiosas e vários institutos seculares.

 

O apostolado da Oração contava já em 1917 com 20 milhões de associados e, em 1960, chegava ao dobro em todo o mundo; as suas 200 revistas tinham 15 milhões de inscrições.

 

Porém, a oposição a este culto sempre foi grande, sobretudo no século XVIII por parte dos jansenistas e, em Portugal, recebeu um forte golpe com a expulsão da Companhia de Jesus, pelo Marquês de Pombal. Na Espanha foram proibidos os livros sobre o Sagrado Coração. O imperador da Áustria deu ordem que desaparecessem as suas imagens de todas as Igrejas e capelas. Nos seminários era ensinado: "a festa do Sagrado Coração provocou uma grave mancha sobre a religião".

 
 

O culto público ao Sagrado Coração foi canonizado em 1765 pelo Papa Clemente XIII, que introduziu a sua festa litúrgica, com Missa e ofícios próprios. Em 1856, Pio IX estendeu sua festa a toda a Igreja. Em 1899 Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus (o Equador tinha-se consagrado em 1874). Repare-se que festa de Cristo Rei está estreitamente unida à espiritualidade do Sagrado Coração. Pio XI declarou, ao instituí-la, que Cristo é reconhecido como Rei, mediante a consagração a seu Coração e determinou que em tal festa fosse renovado todos os anos a consagração do mundo ao Coração de Cristo.

Esta devoção, na sua forma actual, deve-se às revelações que o próprio Cristo fez a Santa Margarida Maria (1649-1690), sobretudo quando em 16 de junho de 1657, descobrindo o seu Coração, disse-lhe: "Eis aqui este Coração que amou tanto aos homens, que não omitiu nada até esgotar-se e consumir-se para manifestar-lhes seu amor, e por todo reconhecimento, não recebe, da maior parte, mais que ingratidão, desprezo, irreverências". Então, Jesus deu-lhe o encargo de prestar culto ao seu Coração. O fim desta devoção é honrar o Coração adorável de Jesus Cristo, como símbolo do amor de um Deus para nós; a vista deste Sagrado Coração, abrasado de amor pelo homens, e ao mesmo tempo desprezado por estes, deve mover-nos a amá-lo e a reparar a ingratidão de que é objecto.

 

Principais promessas feitas pelo Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarita de Alacoque:

  1. Às almas consagradas a meu Coração, darei as graças necessárias para o seu estado.
  2. Darei paz às famílias.
  3. Dar-lhes-ei consolo em todas as suas aflições.
  4. Serei seu amparo e refúgio seguro durante a vida e, principalmente, na hora da morte.
  5. Derramarei bençãos abundantes sobre seus projectos.
  6. Os pecadores encontrarão em meu Coração a fonte e o oceano infinito de misericórdia.
  7. As almas tíbias se tornarão fervorosas.
  8. As almas fervorosas serão rapidamente elevadas a grande perfeição.
  9. Abençoarei as casas em que a imagem de meu Sagrado Coração estiver exposta e for honrada.
  10. Darei aos sacerdotes a graça de mover os corações empedernidos.
  11. As pessoas que propagarem esta devoção, terão escrito seu nome em meu Coração e jamais será apagado dele.
  12. A todos os que comungarem nas nove primeiras Sextas-feiras do mês contínuos, o amor omnipotente de meu Coração lhes concederá a graça da perseverança final. É a Grande Promessa.

 

Consagração da Família aos Sagrados Corações de Jesus e Maria


Santíssimos Corações de Jesus e Maria,
unidos no amor perfeito,
como nos olhais com carinho e misericórdia,
consagramos nossos corações,
nossas vidas e nossas famílias a Vós.

Conhecemos que o belo exemplo
de Vosso lar em Nazaré foi um modelo
para cada uma de nossas famílias.
Esperamos obter, com Vossa ajuda,
a união e o amor forte e perdurável.

Que o nosso lar seja cheio de alegria.
Que o afecto sincero, a paciência, a tolerância
e o respeito mútuo sejam dados livremente a todos.

Que nossas orações
incluam as necessidades dos outros,
não somente as nossas
e que sempre estejamos próximos dos sacramentos.

Abençoai a todos os presentes
e também aos ausentes,
tanto os vivos como os defuntos;
que a paz esteja connosco,
e quando formos provados,
concedei-nos a resignação cristã
à vontade de Deus.

Conservai nossas famílias perto
de Vossos Corações;
que Vossa proteção
especial esteja sempre connosco.

Sagrados Corações de Jesus e Maria,
escutai nossa oração.
Amém.

 

 

(http://www.acidigital.com/fiestas/sagrado/index.html)

O "mendigo" que confessou o Papa

Um sacerdote da diocese de Nova Iorque dispunha-se a entrar numa das igrejas de Roma, para rezar, quando encontrou um mendigo. Ao olhar para ele verificou que conhecia aquele homem. Tinha sido seu companheiro no seminário, ordenado padre no mesmo dia que ele e agora mendigava pelas ruas. 

O padre, depois de se identificar e cumprimentar o mendigo, escutou comovido como este perdera a fé e a vocação. No dia seguinte, o sacerdote americano foi assistir à Missa privada do Papa João Paulo II, cumprimentando-o no final da celebração, altura que aproveitou para lhe pedir que rezasse pelo seu antigo companheiro de seminário, descrevendo brevemente a situação ao Papa.


Um dia depois recebeu o convite do Vaticano para cear com o Papa e que levasse consigo o mendigo. O sacerdote voltou à igreja e convenceu o mendigo a acompanhá-lo, após ter-lhe oferecido a oportunidade de assear-se e roupa lavada.

O Papa João Paulo II, depois da ceia, indicou ao sacerdote que os deixasse a sós e pediu ao mendigo que o escutasse em confissão. O homem, impressionado, respondeu-lhe que já não era sacerdote tendo o Papa retorquido que "Uma vez sacerdote, é sacerdote para sempre". O mendigo insistiu dizendo que estava fora das suas faculdades de presbítero. "Eu sou o Bispo de Roma, posso encarregar-me disso", disse o Papa.

O homem escutou a confissão do Santo Padre e pediu-lhe que escutasse a sua própria confissão, chorando amargamente. No final, João Paulo II perguntou-lhe em que paróquia tinha mendigado e designou-o assistente do pároco da mesma, estando encarregue do cuidado aos mendigos.


(Adaptado www.acidigital.com)

Cinco minutos com Deus

"Todos pedimos e todos esperamos conseguir o que pedimos: melhoras, conforto, comodidades, privilégios... Todos pedimos e poucos são os que dão. São poucos os que imitam a Cristo, cujas mãos nunca pediram e sempre deram; e porque sempre deram, foram-se gastando de tal maneira que até se chegaram a perfurar.

As nossas mãos, à semelhança d'Ele, também podem gastar-se e romper-se de tanto dar: dar consolação, dar ajuda, dar compreensão, dar força. Dar, dar e sempre dar. É o melhor modo de nos realizarmos, mesmo à custa de que nos perfurem as mãos, como as de Cristo. Não devemos contentar-nos em dar, nem com dar esporadicamente; devemos estar em constante disposição e atitude de nos darmos. Devemos fazer do "dar-nos" como que uma espécie de estado de vida."


(MILAGRO, Alfonso - Os cinco minutos de Deus. Cucujães: Editorial Missões, 2005)

Santo António de Lisboa

Com o nome Fernando Bulhão, Santo António nasceu em Lisboa, no século XII, tendo falecido em Pádua (Itália), em 1231. Frequentou a escola da Sé de Lisboa, em cujas proximidades nasceu, e ingressou na vida religiosa em São Vicente de Fora. Em 1220 tornou-se frade franciscano, tendo sido convocado por São Francisco, em 1221, para o Capítulo Geral da Ordem, onde revelou os seus dotes de orador. Em 1227 foi nomeado, por S. Francisco, ministro provincial de Pádua. O papa Pio XII, em 1946, proclamou-o doutor da Igreja.

O Papa João Paulo II considerou Santo António como um "homem evangélico" e "se nós o veneramos como tal, é porque acreditamos que o Espírito Santo habitou nele de modo extraordinário. Queria pedir a todos que mediteis exactamente sobre este marco de evangelização."

Santo António é conhecido por ajudar a encontrar as coisas perdidas, desde objectos da vida quotidiana, a documentos importantes ou à própria fé, sendo-lhe rezadas as seguintes orações:

"Santo António,
glorioso servo de Deus,
famoso pelos vossos méritos
e insignes milagres,
ajudai-nos a encontrar as coisas perdidas;
dai-nos a vossa ajuda nas provações;
e iluminai a nossa mente
na procura da vontade de Deus.
Ajudai-nos a encontrar de novo a vida da graça
que o nosso pecado destruiu,
e conduzi-nos à posse da glória
que nos foi prometida pelo Salvador. Amen"

"Lembrai-vos, glorioso Santo António,
amigo do Menino Jesus,
Filho querido de Maria Imaculada,
que nunca se ouviu dizer
que alguém daqueles que,
tendo recorrido a vós
e implorado a vossa protecção,
tenha sido por vós desamparado.
Animado de igual confiança,
venho invocar-vos como consolador
e amparo dos aflitos.
Não rejeiteis, pois, a minha súplica
(fazer o pedido)
vós que sois tão poderoso
junto do Coração de Jesus.
Escutai-a favoravelmente
e dignai-vos atendê-la. Amen"

(Cavaleiro da Imaculada)

"Palavras escandalosas de Jesus" (II)

"Se o teu olho é para ti ocasião de pecado, arranca-o" (Mc. 9,47)

A afirmação parece violenta e selvagem. Aquele que curava os cegos nunca exigiu que os seus ouvintes se cegassem voluntariamente. Jesus, tal como os pregadores do seu tempo, usou uma linguagem chocante para acentuar o que pretendia dizer.

A palavra "escândalo", em grego, significava uma pedra meio enterrada no chão e as pessoas que não lhe prestassem atenção esbarravam contra ela e caíam por terra. Este vocábulo irá servir para designar tudo o que pode provocar uma queda. A frase de Jesus pode traduzir-se por: "Se o teu olho te faz cair, arranca-o!". Mas a fórmula continua curiosa, pois, normalmente, o olho ajuda a prevenir e a evitar o obstáculo.

Num sentido mais amplo, o escândalo pode referir-se a tudo o que arrasta à queda e pecado. Assim, um olhar malicioso pode arrastar o seu autor para o pecado. Através de uma fórmula de choque, Jesus coloca-nos de sobreaviso contra os olhares que afastam de Deus e dos outros. Mas Jesus não se apresenta como um dador de conselhos e sim como um enviado de Deus, que vem proclamar uma maravilhosa Notícia a toda a gente e, por isso, temos ainda que procurar um outro sentido.

"Mais vale entrares com um só olhar no Reino de Deus, do que, tendo os dois olhos, seres lançado na geena" (Mc 9,47), quer dizer, do que ser excluido definitivamente do Reino de Deus. Assim, o objectivo a atingir é o Reino de Deus. A grande infelicidade será a de não poder chegar lá. Há séculos que as pessoas do Seu tempo aspiravam a um mundo totalmente novo, que não seria marcado pela miséria, a injustiça, as doenças, as guerras... que elas sempre conheceram.

Jesus, da parte do próprio Deus, anuncia a chegada deste mundo novo: o Reino de Deus, um mundo que Ele mesmo governa. Não entrar neste Reino é, efectivamente, a catástrofe suprema. Havia que fazer tudo para lá chegar! Tinham que afastar todos os obstáculos que impedissem essa chegada.

O Reino de Deus é o bem mais precioso, ainda mais que a menina dos olhos. "Se a tua mão é para ti ocasião de escândalo, corta-a... Se o teu pé é para ti ocasião de queda, corta-o... Se o teu olho é para ti ocasião de pecado, arranca-o..." (Mc 9,43-47). Jesus acumula estas imagens para dar a entender a necessidade de dar prioridade total ao Reino de Deus sobre todos os outros bens.

As mãos, os pés, os olhos... Tudo o que é infinitamente precioso para toda a gente torna-se secundário em relação à participação no Reino de Deus.

Os discípulos de Jesus sentiram-se transformados pelos acontecimentos da Páscoa. O Espírito deu-lhes a conhecer que Jesus, morto na cruz, agora estava vivo, com uma vida nova junto do Pai. O Reino de Deus começou realmente porque Jesus de Nazaré participa plenamente no mundo de Deus. Os discípulos também descobriram que o Reino de Deus se constrói desde já nesta terra, para todos os que vivem do Espírito de Jesus. Eles tornam-se missionários para anunciar, por sua vez, esta feliz notícia.

Também para eles, não se trata de arrancar olhos, cortar pés ou mãos, mas de fazer compreender que o Reino de Deus está muito acima de todas as coisas e que é preciso investir nele. É a prioridade das prioridades. Como cristãos de hoje, esta frase de Jesus provoca-nos: será que a nossa prioridade é sempre o Reino de Deus?

(Revista Bíblica, nº 234)

Cinco minutos com Deus

"Triste coisa é morrer, sem ter sabido viver; triste coisa é viver, sem aprender a morrer. Uma e outra coisa relacionam-se entre si, que é impossível separá-las.

Tens de viver pensando que terás de morrer; tens de morrer com a alegria de ter sabido viver. Vive deveras aquele que não centra no momento presente aquilo que faz, mas que aprendeu a dar-lhe um sentido de projecção para mais além. É assim que vive quem quer ser cada dia um pouco melhor, que se esforça por ir melhorando as condições da sua família, quem deseja um mundo melhor, umas relações mais humanas e mais cristãs entre os homens.

O momento presente arrasta os pesos do passado e projecta-se para o futuro. Vê  como é importante fazer bem o que estás a fazer neste momento, uma vez que terá projecção no futuro. É a isto que se chama "viver em prospectiva". Nada se detém aqui na terra, tudo tem uma projecção escatológica, tudo está ordenado para o futuro Reino de Deus. Futuro que tu deves tornar já presente no mundo em que te tocou viver."

(MILAGRO, Alfonso - Os cinco minutos de Deus. Cucujães: Editorial Missões, 2005)

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