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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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Tal como os discípulos também nós...

O livro dos Actos dos Apóstolos tem em si uma teologia universalista, alicerçada na salvação trazida por Jesus não só para os judeus mas para toda a humanidade. A  Palavra de Jesus, o Mestre, é levada pelos discípulos desde a periferia do Império Romano até ao seu centro nevrálgico: Roma.

 

Frei Herculano Alves, na Revista Bíblica, diz-nos que o objectivo de Lucas é mostrar-nos que o crescimento da Palavra se realizou de geração em geração, fazendo uma analogia à corrida dos 4 x 100 metros, em que se vai entregando o testemunho sempre "em boas mãos".

 

Também hoje o cristão tem responsabilidades acrescidas. Deve pautar a sua vida diária por dar testemunho de Cristo e fazer com que a sua Palavra continue a crescer.

 

 

(Adaptado da Revista Bíblica - Maio/Junho 2009)

Missão 2010

28 de Maio de 2009. O auditório de Vilar transbordava de calor humano. A diocese Portucalense estava ali. Já se viam muitas pessoas de pé e sentadas nos corredores de acesso aos lugares individuais.

 

A frase "Da Evangelização feita à Evangelização a fazer" já dominava e pairava no auditório, suscitando alguma reflexão. As luzes apagaram-se e a apresentação da Missão 2010 deu lugar a uma primeira panorâmica da Evangelização, desde os primórdios da Igreja, passando pelo Bispo D.Hugo que deu o foral ao burgo do Porto, até à actualidade na diocese do Porto.

 

Esta viagem ajudou-nos a entrar nas propostas e nos desafios que a Missão 2010 nos coloca, de uma forma arrojada e ambiciosa, mas também de uma necessidade imperiosa, indo ao encontro do que um cristão responsável sentirá face às dificuldades do dia-a-dia, ajudando-o a viver em Cristo. Para isso precisamos de Anunciar Com Alegria, Com Paixão e Com Vida, aproveitando o exemplo de Maria e todos juntos em Festa, mesmo em tempo de Verão e férias, Entrarmos em Missão sob o signo da Esperança e deixar que a Luz nos toque.

 

A semente está pois lançada à terra. O terreno é fértil e não tem sombra. A nascente está cheia de "água viva". Só precisamos de o regar...!

 

Pode encontrar mais informações em http://www.diocese-porto.pt/ (Missão 2010) e no video disponível no YouTube

O Deus da comunicação

A facilidade de acesso a telemóveis e computadores juntamente com o alcance global e a omnipresença da Internet criou uma multiplicidade de vias através das quais é possível enviar, instantaneamente, palavras e imagens aos cantos mais distantes e isolados do mundo: trata-se claramente duma possibilidade que era impensável para as gerações anteriores. De modo especial os jovens deram-se conta do enorme potencial que têm os novos «media» para favorecer a ligação, a comunicação e a compreensão entre indivíduos e comunidade, e usam-nos para comunicar com os seus amigos, encontrar novos, criar comunidades e redes, procurar informações e notícias, partilhar as próprias ideias e opiniões.

 

Desta nova cultura da comunicação derivam muitos benefícios: as famílias podem permanecer em contacto apesar de separadas por enormes distâncias, os estudantes e os investigadores têm um acesso mais fácil e imediato aos documentos, às fontes e às descobertas científicas e podem, por conseguinte, trabalhar em equipa a partir de lugares diversos; além disso, a natureza interactiva dos novos «media» facilita formas mais dinâmicas de aprendizagem e comunicação que contribuem para o progresso social.

 

Este desejo de comunicação e amizade está radicado na nossa própria natureza de seres humanos, não se podendo compreender adequadamente só como resposta às inovações tecnológicas. À luz da mensagem bíblica, aquele deve antes ser lido como reflexo da nossa participação no amor comunicativo e unificante de Deus, que quer fazer da humanidade inteira uma única família. Quando sentimos a necessidade de nos aproximar das outras pessoas, quando queremos conhecê-las melhor e dar-nos a conhecer, estamos a responder à vocação de Deus - uma vocação que está gravada na nossa natureza de seres criados à imagem e semelhança de Deus, o Deus da comunicação e da comunhão.

 

(Excerto da Mensagem do Papa Bento XVI  para o 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais)

5 minutos com Deus

Preocupar-se com os outros, pensar nos outros, entregar-se aos outros, em linguagem cristã chama-se apostolado. E o apostolado não é uma matéria opcional para os cristãos, nem um objecto de luxo de que em absoluto se pode prescindir. Não seria necessário recorrer a palavras, se as nossas obras fossem um testemunho.

 

Não devemos esquecer que o homem não se salva se não se converter ele próprio em salvador dos outros; só se salvará, salvando. Diante do imenso trabalho que fica por fazer, é oportuno recordar o provérbio oriental: "Mais vale acender um fósforo do que maldizer a escuridão". Em vez de nos lamentarmos pelo muito que falta fazer, ou porque os outros fazem pouco, façamos nós alguma coisa, acendamos alguma luz para dissipar as trevas. O "salve-se quem puder!" não é cristão.

 

 

(MILAGRO, Alfonso - Os cinco minutos de Deus. Cucujães: Editorial Missões, 2005)

"Boa educação" espiritual

No contacto com as pessoas, nas nossas relações sociais, é sinal de boa educação o estar atento a quem fala connosco, procurando ouvir, mostrando interesse, dialogando. Numa atitude cristã, porque o outro é Cristo, é um membro do seu Corpo Místico, é uma presença de Jesus, devo reforçar e sublimar essa atenção, essa escuta, procurando ouvir os outros com amor, com toda a delicadeza. Fazer no nosso interior um vazio para que o nosso interlocutor, os seus problemas, as suas dores ou alegrias, encontrem espaço dentro de nós e sejam acolhidos em amor.

 

Se alguém está a falar connosco e, apesar de externamente parecermos atentos, estamos a pensar no que sucedeu, ou nos planos do futuro, se o pensamento e o coração estão ocupados com outras coisas ou outras pessoas, não ouvimos, não amamos aquele que nos está a falar. Necessitamos de atenção total, por educação, por caridade, pelo direito que o outro tem em ser ouvido, como se não houvesse mais ninguém no mundo.

 

Mas se isto é verdade acerca das relações humanas, quanto mais o deve ser no que diz respeito a Deus. A oração implica esta absoluta intimidade, que nem sempre é fácil, mas que é imprescindível para o progresso interior. Sermos, pelo menos no tempo de oração, "bem educados" com Deus , ouvi-Lo e falar-Lhe na totalidade do nosso ser. Que nada, nem ninguém impeça esta intimidade.

 

 

(PEDROSO, Dário - Senhor, Ensina-nos a rezar. Braga: Editorial A.O., 1987)

O primeiro lugar

Vamos à oração, ao encontro com o Pai, sem deixar tanta coisa e tantas pessoas que nos  impedem a intimidade, o diálogo. Não nos deixamos a nós próprios e ao turbilhão de pensamentos, afectos e preocupações que nos assaltam e nos invadem.

 

Uma autêntica vida cristã implica a escolha totalitária de Deus, dando-lhe sempre e em tudo o primeiro lugar. Nada nem ninguém primeiro do que Ele. Ou damos a Deus o primeiro lugar ou não lhe damos o que merece e tem direito. Ele é o único Senhor, o Criador, o Pai, o Amor infinito e deve ser o primeiro na vida das suas criaturas, no coração dos seus filhos, na existência dos que são criados à sua imagem e semelhança.

 

A vida agitada, os afazeres e preocupações, os prazeres, as dores, dissipam-nos, perturbam-nos, afastam-nos d'Ele, levam-nos a não Lhe dar o primeiro lugar. Impõe-se uma conversão. É necessário que ao menos na oração, Ele seja o primeiro. Dar-lhe a primazia total e absoluta. Procurar negar tudo o resto, excluir tudo o que não é Ele.

 

 

(PEDROSO, Dário - Senhor, Ensina-nos a rezar. Braga: Editorial A.O., 1987)

Oração, verdadeira "escada" em direcção a Cristo

O homem sempre sonhou com a possibilidade de fazer comunicação directa entre a terra e o céu. Em algumas religiões e civilizações antigas ficaram vestígios dessa ânsia. E no Antigo Testamento encontramos o mesmo, por exemplo, na construção da torre de Babel. Episódio mais sugestivo é a descrição do sonho de Jacob, da escada que ligava o céu à terra, por onde subiam e desciam os anjos de Deus.

 

Com Jesus Cristo essa «escada» ficou construída e bem alicerçada. Ele desceu, tomando a nossa natureza humana e, na ascenção, foi a realidade da natureza humana que, assumida ao Verbo, subiu e está gloriosa à direita do Pai. Inseridos em Cristo, nós os cristãos, podemos e devemos continuar a edificar «escadas», «pontes» espirituais, movidos pelo amor, unindo terra e céu. E fazemo-lo, sobretudo, pela oração, verdadeira «escada», autêntica «ponte» alicerçada na fé e na imitação do Senhor.

 

(PEDROSO, Dário - Senhor ensina-nos a rezar. Braga:Editorial A.O.,1987)

Fazer milagres

Não podemos ficar a olhar para o céu, como os Apóstolos, que foram repreendidos por o fazerem. Ao partir, Jesus repartiu tarefas a serem postas em prática: expulsar demónios, falar línguas, correr riscos, curar doenças. Por outras palavras, resistir ao mal e vencê-lo com o bem; falar de forma credível e convincente, fazendo-se entender na transmissão da Boa Nova; não se deixar intimidar nem desanimar perante o ódio, a perseguição, os ataques e a intolerância; lutar contra todo o tipo de enfermidades, contra a miséria e injustiça; tentar modificar o que se achar ser possível mudar para melhor.

 

Com os pés bem assentes na realidade, vamos às tarefas entre os homens, sem esquecer nunca "o que vimos e ouvimos" (Act. 4,20) na intimidade com o Senhor. A confiança vem-nos da promessa de Jesus, no momento da sua despedida: "Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos" (Mt 28,20). 

 

 

(Revista Mensageiro do Coração de Jesus, Maio/2008) 

Pedi e recebereis

"Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa".

 

Jesus incentiva-nos a pedir. Se Deus sabe todas as nossas necessidades, então porque é que havemos de pedir? Jesus diz-nos "para que a vossa alegria seja completa". É na conversa com o Pai, no seu sentido mais lato, que está a nossa alegria. É uma conversa na qual o Pai vai encostando a nossa alma cada vez mais à sua, até os nossos pedidos coincidirem com o que tem para nos dar.

 

 

(Revista Mensageiro do Coração de Jesus, Maio/2009) 

5 minutos com Deus

No mundo, há mais coisas bonitas do que feias. Ora há uma possibilidade favorável ou desfavorável: as coisas boas podem ser pervertidas e as coisas más podem ser convertidas em boas. Portanto, está nas nossas mãos o haver mais beleza no mundo; primeiro se reconhecermos e valorizarmos as muitas coisas bonitas que já existem, e segundo, se nos esforçarmos por embelezar as coisas más que indubitavelmente também existem.

 

Esforçarmo-nos por embelezar, por tornar boas, todas as nossas acções, pensamentos, sentimentos, reacções e todo o nosso ser e vida, contribuirá para melhorar e embelezar o mundo. Vale mais acender um fósforo que maldizer a escuridão, acender uma fogueira do que queixarmo-nos do frio, fazer o bem do que perseguir o mal.

 

 

(MILAGRO, Alfonso - Os cinco minutos de Deus. Cucujães: Editorial Missões, 2005)

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