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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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Venda de Natal

Abriu, no passado sábado, a Venda de Natal na nossa Paróquia. Está a decorreri no Salão Paroquial, até ao próximo dia 12 de Dezembro, com o seguinte horário:

  • de segunda a sexta-feira, das 15 às 19 horas;
  • domingos e feriados, das 10 às 12 horas e ds 15 às 19 horas.

As ofertas desta Venda de Natal revertem a favor da Casa de Santa-Marta.

Estandartes de Natal

Para esta quadra que agora se inicia, vejamos a proposta que nos é feita pelo Padre Hugo Santos, Capelão da Universidade Católica.

 

Dois mil anos depois do nascimento de Cristo, o convite feito pelos anjos aos pastores, para levantarem os olhos e contemplarem o Deus Menino, continua, nos dias de hoje, a ser dirigido a todos os homens e mulheres.

 

Nestes dias que nos encaminham para o Natal, as nossas famílias cristãs retomam o sentido verdadeiro desta quadra festiva: que o nascimento de Jesus e a sua presença no meio dos homens é a causa da nossa alegria. Por isso, a pensar em amigos e para amigos, surgiu a iniciativa dos “Estandartes de Natal”, que procura aproximar o Menino do presépio daqueles que, com um simples levantar de olhos, se cruzarem com Ele nas varandas e janelas das nossas casas.

 

Uma vida nova vem sempre acompanhada duma expectativa marcada por um sinal de esperança. Este foi o conteúdo da mensagem dos anjos: que em qualquer realidade familiar ou profissional, quando Jesus se torna presente, tudo ganha um sentido que até então parecia desconhecido. Com os Estandartes de Natal apenas continuamos o anúncio, feito nestes moldes originais, de proclamar às gentes da nossa terra que nestas famílias a esperança e a razão da alegria já lhes entraram pela casa adentro, reveladas na pequenez de uma Vida.

 

Nunca um rosto e o sorriso de um menino acabado de nascer passam despercebidos a quem quer que seja. Por isso, nada melhor que mostrá-Lo a todos os que passam nas correrias deste tempo nas ruas onde moramos... Que alguns olhos parem quando fixarem os olhos pequeninos daquele Deus Menino. E que, quando no regresso à pressa de se chegar para onde se ia, aqueles primeiros olhos baixarem, permaneça o olhar do Menino que acalma e tranquiliza todo o coração.

 

Mais informações podem ser encontradas em http://www.estandartesdenatal.org

Creio na vida eterna

Somos grandes demais para que a nossa vida termine num caixão, num cemitério, num crematório. Nascemos para a eternidade, homens e mulheres, com vocação de viver para sempre. Criados à imagem de Deus Vivo, do amor trinitário, temos em nós esse selo, essa unção, esse rasgo de eternidade que nada nem ninguém nos pode tirar ou apagar da nossa vida. A morte abre-nos as fronteiras do indízivel, do infinito, do eterno para o qual nascemos e que já trazemos em gérmen dentro de nós. E o baptismo, para os cristãos, ainda nos lança mais nesta dimensão de eternidade, pois fomos ungidos pelo Espírito e somos templos vivos da Trindade.

 

Às vezes, ouvimos dizer que a única coisa certa que temos depois de ter nascido é a morte. Mas cuidado com a afirmação, pois com a morte é que tudo começa verdadeiramente: passada essa barreira, entramos na eternidade, vivemos para sempre. Se o corpo é atingido pela «irmã» morte, a pessoa não morre, o nosso eu vive em Deus para sempre.

 

Mesmo se a nossa inteligência, a nossa capacidade de perceber o eterno, não nos deixa vislumbrar o que é a eternidade, isso não significa que ela não existe e que não caminhamos todos para ela. Quando dizemos no Credo: «Creio na vida eterna», quer dizer que acreditamos que há em nós essa vocação de viver para além da morte. A nossa pessoa, o nosso ser como homens e mulheres, não pode morrer, mesmo quando o corpo morre e se degrada. Nascemos para a eternidade.

(Revista Mensageiro do Coração de Jesus - Nov.2009)

O Natal vive-se na partilha e no acolhimento

No tempo de Jesus, o Povo eleito teve o privilégio de viver o "verdadeiro" Advento, aquele em que o Salvador nasceu. E será que soube aproveitar a primazia de viver lado a lado com Jesus? E nós hoje, como preparamos o Advento?


Uma vez mais a porta escancara-se para Jesus entrar no nosso coração. Deixamo-lo entrar ou fazemos de conta que não está ninguém em casa? A campainha faz-se soar, mas não atinge o nosso coração.


A pressão comercial faz-se sentir. O consumismo puro e simples invade-nos a casa através da televisão, jornais e enche-nos o cérebro com "lixo materialista". Gastamos energias a viver e a cultivar o Natal da imagem. Distraímo-nos com iluminações, montras, prendas e esquecemo-nos do essencial que é Jesus e quando "acordamos" dizemos: "O Natal passou depressa, nem dei por ele".


O cristão não pode de forma alguma ter um comentário destes, pois Natal não é nada disto. O Natal é para se viver na partilha e no acolhimento. É darmos mais atenção aos outros, ter uma palavra amiga e solidária no nosso local de trabalho, onde quase passamos a nossa vida, e no ambiente familiar. Natal é, acima de tudo, esperança numa vida melhor, que dignIfique o ser humano. A esta geração "saiu-lhe o euromilhões" pois o caminho está aberto. E quem o abriu? Jesus Cristo.


(J. S.)

Família como fonte de sacerdócio

 

 

 

Virgem de Nazaré, Rainha da Família,
torna as nossas famílias cristãs centros de vida evangélica,
enriquecidas pelo dom de muitas vocações
para o sacerdócio e para a vida consagrada.
Mantém firme a unidade das nossas famílias,
hoje tão ameaçada de todas as partes,
e torna-as lares de serenidade e concórdia,
nos quais o diálogo paciente dissipe as dificuldades e os contrastes.
Vigia principalmente sobre as que estão separadas e em crise,
Mãe de perdão e de reconciliação.

 

 

 

(Oração a Nossa Senhora "Della Quercia" - Bento XVI) 

Eu daria tudo para ver uma noite de luar

Nada tem mais impacto e mensagem do que um facto real e vivo. A vida oferece-nos momentos de angústia, de dúvida, de dor e de desespero. Algumas vezes sentimo-nos sós, desanimados, pensando ter perdido “o endereço da esperança”.


São momentos de sofrimento que atingem todas as pessoas, mesmo as mais poderosas, as mais ricas, as mais belas. Encontramos este estado de alma num dos maiores compositores musicais de todos os tempos:  Beethoven, nascido em Bonn, na Alemanha.


A sua infância e adolescência cresceram num ambiente de carência afectiva. Sua mãe morreu muito jovem e seu pai morreu de alcoolismo. Beethoven começou muito cedo a sentir uma surdez progressiva, que o deixava abatido e irritado. Usava umas cornetas acústicas aplicadas nos ouvidos para conseguir ouvir. Trazia consigo um caderno de anotações em que as pessoas escreviam o que desejavam comunicar-lhe. Mas, notando que as pessoas não o acolhiam nem o ajudavam, o compositor passou a isolar-se completamente. Caiu em profunda depressão, quer pela doença que avançava, quer pela morte de um príncipe seu benfeitor, que lhe pagara os estudos. Chegou mesmo a redigir um testamento, dizendo que iria suicidar-se.


A ajuda que mais o encorajou veio-lhe de uma moça cega que morava na mesma pensão modesta para onde Beethoven se transferira. Ela  comovia-o quando lhe gritava repetidamente: “eu daria tudo para ver uma noite de luar”. Beethoven emocionava-se e reflectia : “afinal eu posso ver. Posso escrever as minhas pautas musicais“.


A vontade de viver renasceu e, para dar alegria àquela moça amiga, criou uma das suas mais belas composições: “Sonata ao luar!”. Já completamente surdo, compôs o “Hino à alegria”, exprimindo a sua gratidão a Deus por não ter caído na tentação do suicídio e pela graça de encontrar aquela jovem invisual.


Quantas vezes a infelicidade de outros poderá ser alavanca da nossa alegria, da nossa realização, da nossa felicidade!

 

 

(Voz Portucalense - 18 Nov. 2009)

O sacerdote e a pastoral no mundo digital

O sacerdote está no centro da mensagem do Papa para o próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais. 
O Pontifício Conselho das Comunicações Sociais divulgou o tema que Bento XVI escolheu para o próximo 44° Dia Mundial das Comunicações Sociais, que terá lugar em 2010: O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos meios ao serviço da Palavra.


 

A "Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais" quer convidar de modo especial os sacerdotes, durante este Ano Sacerdotal e depois da celebração da XII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, a considerar os novos meios como um poderoso recurso para o seu ministério ao serviço da Palavra e quer dizer uma palavra de alento para enfrentar os desafios que nascem da nova cultura digital.

 

Se usados com sabedoria, com a ajuda de especialistas em tecnologia e cultura da comunicação, os novos meios podem converter-se para os sacerdotes e para todos os agentes de pastoral  num válido e eficaz instrumento de verdadeira e profunda evangelização e comunhão. Serão uma nova forma de evangelização para que Cristo chegue longe, propõe o Papa.

 

(www.h2Onews.org)

O rei desta história é Deus

Conta o sábio que um homem tinha três amigos. Dizendo isto, acrescenta logo que os tinha classificados: o amigo n.º 1, o amigo n.º 2 e o amigo n.º 3. E explica logo a seguir o que pode parecer óbvio: o amigo n.º 1 era o amigo inseparável daquele homem: andavam sempre juntos; o amigo n. º 2 aparecia lá por casa do nosso homem de vez em quando, bebiam uns copos, punham a conversa em dia; o amigo n.º 3 muito raramente aparecia, talvez uma ou duas vezes por ano, e o encontro era ainda assim mais devido ao acaso do que à amizade. Diz a história que um dia o nosso homem foi surpreendido por uma intimação do Rei que o instava a comparecer no Palácio Real.

 

O nosso homem sentiu-se tomado por uma grande angústia e preocupação. Na verdade, nunca tinha entrado num Palácio, não sabia mesmo o que era um Palácio, não imaginava como se devia comportar dentro de um Palácio.

 

É nestas alturas de aflição que nos lembramos dos amigos. Foi assim que  o nosso homem foi ter com o seu amigo n.º 1 e disse-lhe: «Amigo, nós andamos sempre juntos, preciso da tua ajuda, não me digas que não». «Fala, homem», disse o amigo n.º 1. Então, o nosso homem contou ao seu melhor amigo que tinha de comparecer no Palácio do Rei, que nunca tinha entrado num Palácio, que não sabia como proceder, que se sentia muito preocupado. E adiantou: «Peço-te que me acompanhes nesta viagem». A este pedido, o amigo n. 1 respondeu: «Amigo, de facto somos amigos inseparáveis. Podes contar sempre comigo, mas nesta viagem não posso acompanhar-te».

 

Então, o nosso homem foi ter com o seu amigo n.º 2, aquele que encontrava de vez em quando para beber uns copos e pôr a conversa em dia. Expôs-lhe o mesmo problema. E o amigo n.º 2 respondeu assim: «Sim, senhor, estou disposto a acompanhar-te, mas com uma condição». «Qual é então a condição?», perguntou com ânsia e curiosidade o nosso homem. «Vou contigo, mas só até à porta do Palácio», disse o amigo n. º 2. E acrescentou: «Da porta para dentro terás de te desenrascar sozinho». Ouvindo isto, o nosso homem insistiu: «Até à porta, também eu consigo ir; o meu problema é dentro do Palácio, pois não percebo nada de Palácios». Rematou o amigo n.º 2: «É como te digo; posso ir contigo só até à porta».

 

Restava ao nosso homem o amigo n.º 3, aquele que via por mero acaso apenas uma ou duas vezes no ano. Foi ter com ele e expôs-lhe igualmente o problema, para ele difícil, de ter de comparecer no Palácio do Rei. E pediu-lhe igualmente, ainda que sem grande esperança de ser atendido, que o acompanhasse naquela viagem. Ouvindo atentamente, o amigo n.º 3 respondeu assim: «É claro que te acompanho. Confesso-te mesmo que até ficaria muito triste se viesse a saber dessa tua viagem difícil e tu não me tivesses dito nada!».

 

A história termina assim, aparentemente no ar, à boa maneira rabínica. Mas para que tu, meu irmão (...), possas entender melhor, passo a descodificar o essencial: A) o Rei desta história é Deus; B) o nosso homem, o que foi intimado a apresentar-se no Palácio do Rei, é cada um de nós: posso ser eu; podes ser tu; C) o amigo n.º 1 é a nossa própria vida, a minha própria vida; eu e a minha vida, os meus afazeres, os meus negócios, os meus projectos, andamos sempre juntos: somos amigos inseparáveis; mas, quando eu morrer, de facto, nada disso me pode acompanhar!; D) o amigo n.º 2 são os nossos próprios amigos: podem acompanhar-nos só até à porta… do cemitério!; E) o amigo n.º 3, aquele que raramente vemos, é o bem que fazemos ao longo da nossa vida; é o amor que pomos naquilo que humildemente fazemos.

 

 

Esta saborosa história rabínica é-nos contada pelo Bispo D. António Couto no seu Blogue "Mesa de palavras", desafiando-nos a trazer para 1º lugar na lista o amigo que está em 3º lugar. Afinal é o único que nos acompanhará sempre.

Semana dos Seminários

"Ao abrir o coração da multidão e a inteligência dos discípulos para o mistério da vocação, Jesus falou de campos a semear, recordou viagens de outros tempos e apontou a desconhecidos pescadores da Galileia o mar alto, convidando-os a soltar as amarras. As viagens que fazem partir da terra e abandonar tranquilos projectos para abraçar estranhas promessas de Deus, os campos a semear onde o semeador pacientemente aguarda a colheita esperada e as amarras soltas dos barcos no mar de Tiberíades em horas de faina sem êxito, lembram-nos misteriosos convites de vocação que decidiram e decidem projectos felizes de tantas vidas.


É de viagem que se trata quando falamos da vocação. Uma viagem única e irrepetível. Uma viagem realizada em passos de peregrino, em campos a semear ou em rotas desconhecidas de pescadores e marinheiros, sempre de olhos colocados em longínquas paragens aonde nos conduz o chamamento de Deus. Assim aconteceu em Abraão. Assim acontece em tantos outros ao longo de tão belas histórias de vocação e de generosidade.

Deixar a terra e partir é o insistente e renovado convite de Deus na expectativa da resposta corajosa de quantos por Ele chamados se decidem a encetar esta viagem. Há quem não caminhe por medo dos horizontes distantes da terra da promessa ou desista por falta de coragem depois de tantas horas inúteis de pesca sem sucesso ou de sementeiras generosas sufocadas pelo joio e pelos espinhos do caminho!

O Seminário é experiência, tempo e lugar de viagem de quem acredita e escuta a voz de Deus; é caminho de Damasco em hora de milagre, de mistério e de conversão; é campo a semear com generosidade para colher com abundância; é desafio de ousada e heróica aventura para remar em barco de amarras soltas no oceano imenso do amor de Deus pelo seu povo. O Seminário constitui no coração da Igreja o retomar constante da experiência pedagógica e espiritual da viagem vocacional e da aprendizagem da missão e do carisma do discípulo para que aí, pela oração, pela contemplação, pelo estudo e pela vida comunitária se preparem apóstolos e pastores segundo o Coração de Cristo."

 

(D. António Francisco do Santos, Bispo de Aveiro, Presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios, in http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=65925)

Falta de empenho de uma sociedade

"A dignidade da pessoa na fase final da vida tem sido, nos últimos meses, objecto de debate na sociedade portuguesa. A opinião pública, e os cidadãos em particular, são confrontados com muitos dos problemas que, justamente, são motivo de preocupação e de reflexão, sejam eles de natureza ética, social, assistencial ou económica.


A eutanásia é concretização de um desejo que o homem contemporâneo tem de se apoderar da morte, antecipando-a para a situar no momento que ele próprio determina, resultado de um medo angustiante e desesperado perante o sofrimento. A eutanásia é frequentemente apresentada como um gesto de humanidade ou de compaixão que pretende respeitar a dignidade com que cada ser humano quer viver.


Na realidade, porém, e numa linha de princípio, qualquer forma de eutanásia constitui uma renúncia a acompanhar a pessoa doente, traduz a falta de empenho de uma sociedade em procurar meios que permitam viver dignamente todas as fases da existência humana. É, por isso, uma violação, ainda que consentida, da dignidade fundamental que se deve reconhecer a cada ser humano.


A eutanásia ou a ajuda ao suicídio são formas desumanas de lidar com a pessoa que vive o seu processo de morrer, constituem “uma ofensa à dignidade da pessoa humana, um crime contra a vida e um atentado contra a humanidade”.


Os Bispos de Portugal, sabendo da importância deste problema, da intenção que, a nível político, se tem manifestado no sentido de produzir legislação neste âmbito e perante a ambiguidade de muitos dos conceitos que são usados, pretendem, dar um contributo para o debate em curso e oferecer aos católicos algumas linhas de orientação que devem ser tidas em conta nas suas reflexões."

 

Pode consultar todo o documento aqui (Agência Ecclesia)

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