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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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Convidados à felicidade

Não podemos ser tristes os cristãos,

não podemos ser gente rotineira,

não podemos relacionar-nos com frieza,

não podemos viver lamentando-nos,

não podemos ser críticos e resmungões,

não podemos gerar mal-estar,

não podemos passar inadvertidos,

não podemos viver sem Amar,

não podemos esconder a nossa relação com Deus.

 

Porque Jesus nos convida a ser felizes,

a termos menos coisas para ser mais livres,

a ser mansos para sentir equilíbrio interior,

a trabalhar pela justiça para alcançar o Reino,

a ser pacificadores para gerar bem-estar,

a bendizer os demais, sublinhando o que é positivo,

a chorar junto dos que sofrem ou estão sós,

a ser rejeitados ou mal interpretados por causa da nossa opção,

a sentir fome ou evitar que outros a sofram,

e a colaborar na instauração do Reino de Deus,

que será a explosão da felicidade e do Amor para todos.

 

(GINEL, Álvaro; AYERRA, Mari Patxi - A palavra do Domingo - Comentário e Oração. Porto: Edições Salesianas, 2006)

Quem dizes que eu sou?

A pergunta que Jesus faz aos seus discípulos sobre a sua identidade está contextualizada num marco de oração. É uma pergunta de aprendizagem íntima. Leva o seu tempo. A situação melhor para Jesus se revelar aos seus é a oração. Aceitar a verdade do outro e acolhê-la sem nos escandalizarmos, sem questionar, sem a interrogar, pede um contexto de intimidade e de oração.

 

 

É possível que, mesmo que nos seja dita toda a verdade, a dada altura não a entendamos. Isto entra dentro da abertura e captação do mistério que o outro é. Jesus revela-nos a sua identidade, mas a profundidade dessa identidade atinge-se pouco a pouco, no trato frequente, na oração continuada, no silêncio expectante, na surpresa aceite, no sim renovado.

 

 

Ginel,Álvaro;Ayerra,Mari - A palavra do Domingo. Comentário e oração - ano C. Porto: Edições Salesianas, 2006

O pecado

As leituras de hoje falam-nos claramente da existência do pecado. E a nossa experiência de crentes tem que admitir que é uma existência em que o pecado é  realidade. Pecado é tudo aquilo que, de alguma maneira, nos aparta de Deus; é preferir os nossos apetites e caprichos a Deus. Não podemos meter todos os pecados no mesmo saco; há pecados maiores e pecados pequenos. Mas temos de falar claro: existe o pecado e o pecado dá-nos um nome: pecadores. Claro, chamar-se pecadores é um experiência de fé, de encontro com Deus. Alguém se sente pecador porque se confronta com o Bom, com o Amor, com o Deus que se nos dá gratuitamente. Ser pecador exige uma confissão de fé, um trato com Deus. Se falta esta dimensão de relação e de fé, que sentido tem falar de pecado?

 

 

 

Ginel,Álvaro;Ayerra,Mari - A palavra do Domingo. Comentário e oração - ano C. Porto: Edições Salesianas, 2006

André, discípulo de Jesus

O nome, que em grego significa «viril», «heróico», aparece quase sempre ligado a Simão, com quem partilhava a casa. Costuma vir nomeado nos Evangelhos como irmão de Pedro (Mt 4,18) e pescador de profissão (Mc 1,16). Segundo João, seria natural "de Betsaida, cidade de André e de Pedro» (Jo 1,44).

 

O Evangelho de João apresenta-o com perfil mais individualizado, ou seja, como discípulo de João Baptista: «André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram João e seguiram Jesus» (Jo 1,40). As palavras do mestre «Eis o Cordeiro de Deus» (Jo 1,16) estimulam-no a seguir Jesus e, depois de encontrar-se com Ele, fica convicto de que estava ali o Messias prometido (Jo 1,35-42). Procurou, imediatamente, Simão Pedro para o animar a conhecer Jesus. Este ministério de mediador constitui um dos rasgos típicos de André no Evangelho de João.Quando do milagre da multiplicação dos pães, é André que apresenta o jovem que tinha cinco pães de cevada e dois peixes. É ele também que juntamente com Filipe, serve de ponte entre os gregos, que desejavam ver Jesus.

 

André representa, pois, como qualidade essencial do discipulado , o servir de elo de ligação, de criar vínculos e redes de união, para possibilitar a outros o encontro com Jesus. De acordo com a tradição, terá pregado o Evangelho no Ponto, Bitínia, Cítia, Trácia e noutros lugares. Sofreu o martírio em Patras da Acaia (Grécia), sendo crucificado a 30 de Novembro no ano 80. Conta-se que, após a sua morte, o barco, que transportava as suas relíquias, se afundou numa baía da Escócia, local que passou a chamar-se, desde então: "Baía de Santo André".

 

Revista Actualidade BÍBLICA - Os discípulos de Jesus

Síntese teológica de Fátima - Céu, Purgatório e Inferno

Nos últimos posts em que o Padre Dário Pedroso nos esclarece sobre a Mensagem de Fátima falou-nos do mistério da Eucaristia e da forma como o Anjo nos convida a rezar à Santíssima Trindade. Palavra por palavra, oração atrás de oração, ensinamento após ensinamento, as mensagens centram-nos no essencial da fé, são um catecismo resumido. Diz-nos pois Dário Pedroso:

 

 

"No conjunto das Mensagens, aparece a certeza da existência do Céu - Nossa Senhora diz que é do Céu, que o Francisco irá para o Céu, etc.; do Purgatório - pois é dito em confidência que há quem esteja a ser purificado pelos seus pecsdos; e do Inferno - «vão muitos para o Inferno porque não há quem reze e se sacrifique por eles». Céu, Purgatório e Inferno, três realidades vitais, com dimensão escatológica, que nas mensagens de Fátima estão bem patentes."

 

(Revista Mensageiro do coração de Jesus- Maio 2010)

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