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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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"Façam ver" Jesus

 

 

 

 

Sendo o  mês de Outubro por norma o mês das missões vale a pena debruçarmo-nos sobre a mensagem muito bela que o Papa Bento XVI elaborou para o Dia Missionário Mundial. Eis um pequeno excerto da mensagem para reflexão:

 

 

 

"Como os peregrinos gregos de há dois mil anos, também os homens do nosso tempo, talvez nem sempre conscientemente, pedem aos crentes não só que "falem" de Jesus, mas que "façam ver" Jesus, façam resplandecer o Rosto do Redentor em cada ângulo da terra diante das gerações do novo milénio e sobretudo diante dos jovens de cada continente, destinatários privilegiados e agentes do anúncio evangélico. Eles devem sentir que os cristãos levam a Palavra de Cristo porque Ele é a Verdade, porque n'Ele encontraram o sentido, a verdade para a sua vida."

 

Será que nós cristãos no nosso dia-a-dia "fazemos ver" Jesus? Era bom que assim fosse...

Igreja de Portugal, é tempo de renascer

"A evangelização é sempre “primeira”. E só sendo “primeira”, é verdadeira. E “primeira” significa aquela que Jesus mandou fazer aos seus Apóstolos e discípulos, ao estilo de Jesus Bom Pastor, pobre e humilde, sem ouro, nem prata, nem cobre, nem duas túnicas, totalmente devotado ao Pai e às suas ovelhas, todas suas, quer as que estão perto quer as que estão longe ou andam perdidas, sem olhar às etiquetas do mundo de então. É esta Evangelização que a Igreja tem sido sempre chamada a fazer, ao estilo de Jesus, e não pode deixar de fazer, sob pena de se desdizer, perdendo a sua identidade.

 

 

Evangelizar não pode ser um luxo de alguns. Tem de ser normalidade para todos. É preciso tomar consciência de que é toda a Igreja que é missionária, e que, portanto, ser cristão implica necessariamente ser missionário. Que o cristão não necessita de outra vocação para ser missionário: basta a vocação que tem. Que «cristão» e «missionário» não identificam duas figuras distintas nem duas vocações distintas, mas são qualificações incindíveis do discípulo de Jesus. Que ninguém pode pensar que se pode ser, em primeiro lugar, cristão, e depois, se se sentir chamado e se quiser, vir também a ser missionário. Para o cristão, ser missionário é a sua maneira de ser, a sua identidade, a sua graça, é uma necessidade, é de fundo e não um adereço facultativo. A sua referência permanente é Jesus Cristo, e o seu horizonte são todos os corações."

 

É assim que o presidente da Comissão Episcopal para as Missões, D. António Couto, aborda a actualidade missionária em Portugal, destacando a dinâmica que quer imprimir a partir da carta pastoral «Para um rosto missionário da Igreja em Portugal». A totalidade da entrevista pode lê-la na Agência Ecclesia.

 

Agência Ecclesia

O fariseu e o publicano

 

 

O fariseu arrogante e antipático e o publicano simpático e humilde, da parábola deste Domingo, são uma caricatura. Nem todos os fariseus eram «fariseus» no mau sentido que o vocábulo assumiu, nem a maioria dos publicanos iria rezar, ao fundo do templo, da forma como o fez aquele que nos é apresentado.

 

 

Os publicanos eram cobradores de impostos e não eram bem vistos, porque colaboravam com a potência ocupante (Roma) e tinham fama de serem exploradores sem escrúpulos. Os fariseus, pelo contrário, gozavam da simpatia das pessoas, porque tomavam a sério a sua fé, sendo praticantes rigorosos da letra da Lei.

 

Certo é que, quer uns, quer outros, tinham o seu lado luminoso e as suas sombras. E cada um de nós também! Podemos ter a faceta boa do fariseu, sendo cumpridores até ao escrúpulo dos nossos deveres religiosos e cívicos, mas corremos o risco da rotina e da sobranceria, considerando-nos melhores que os outros.

 

Bom seria que tivéssemos o positivo do publicano: humildade e reconhecimento das próprias limitações e falhas, confessando-as com honradez e sem fingimento.

 

 

 

 

 

 

 

Revista Mensageiro do coração de Jesus - Out.2010

A Missão de cada um

Os sábios judeus diziam que a Bíblia tem 70 caras, isto é, podemos lê-la de 70 modos ou de perspectivas diferentes. A Igreja tem insistido nesta pluralidade de leituras, desde que não se deturpe a mensagem verdadeira, essencial, que reside no Livro dos livros. Ora, dentre essas, a perspectiva missionária não é a menos importante. Nas entrelinhas de todos os livros da Bíblia "escuta-se" uma voz, a Voz de Deus que nos chama para a Missão.

 

Em Lisboa, o papa Bento XVI referiu-se aos portugueses como a um povo que, no passado, levou a voz da Missão a todos os continentes. Foi um povo missionário. Por isso, os países de língua portuguesa são, na sua maioria, católicos. Isto foi o passado, a história. E como está o presente dos portugueses?

 

O panorama geral não é muito animador. Por isso se diz à boca cheia que, de país missionário que era, Portugal tornou-se um país de missão, um país a que é preciso dirigir outra vez, em grande parte, o anúncio de Evangelho. No ínicio deste ano pastoral, que atitudes vamos tomar para que essa Voz entre nos corações das crianças, dos jovens e dos adultos das nossas comunidades cristãs?

 

 

 

Revista Bíblica - Set./Out. 2010

Como vai a nossa Fé?

Disse alguém que, de vez em quando, para rever a qualidade da nossa fé, devemos confrontar-nos com estas 4 perguntas:

 

Em Quem Creio Eu?

 

Isto é: Em quem ponho a minha confiança? Quem é o fundamento da minha vida? Para um cristão, a resposta coerente só pode ser: Creio em Jesus Cristo, o revelador da Bondade de Deus e do seu Projecto de Vida e de Salvação para todos.

 

Como Vivo O Que Creio?

 

A Fé em Jesus Cristo, como Ele próprio disse, tem de se manifestar no amor ao próximo e no trabalho por uma sociedade mais justa e fraterna.

 

Como Celebro Com Os Outros A Minha Fé?

 

Hoje mais do que nunca, precisamos de compreender a importância decisiva de se ter uma comunidade cristã de referência onde partilhar e celebrar a mesma fé. É aí, sobretudo à roda da Mesa Eucarística, que Jesus quer fazer sentir a sua presença, fonte de luz, de comunhão e de ... responsabilidades a assumir.

 

Como Comunico Aos Outros O Que Creio?

 

A Fé é como o fogo: quando não se apega, apaga-se... E não se transmite como um conjunto de regras ou lição de História: transmite-se por contágio...

De facto, a forma mais convincente de se transmitir a Fé é o testemunho de vida, um testemunho capaz de despertar interrogações nas pessoas que vivem e trabalham à nossa volta. Como disse alguém: Bom cristão é aquele que desperta nos outros a vontade de o ser também...

 

 

Folha Pão E Vida - Out. 2010

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