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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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Saber mais sobre o Mestre - III

Uns anos mais tarde, a reflexão da Igreja entrou numa terceira etapa. E isto porque os cristãos, que amavam e seguiam ferverosamente a Jesus, queriam saber ainda mais sobre a sua vida: quem foram os seus antepassados, onde tinha nascido, onde tinha sido criado.Nesta busca de informação foram aparecendo novos relatos, que narravam os factos da infância do Senhor.

 

Ao meditar nestes relatos, os primeiros cristãos fizeram uma nova descoberta: que Jesus era Filho de Deus não no momento do baptismo, mas já na sua infância; mais ainda: no momento da sua concepção, quando a Virgem Maria, sua mãe, o gerou, já era o Filho de Deus.

 

Ao aceitar-se esta nova ideia, os relatos da infância de Jesus também passaram a ser importantes, e começaram a ser postos por escrito. Surgiram, assim, os relatos da infância, nos quais já se diz expressamente que Jesus é Filho de Deus.

 

Por exemplo, pouco depois de o menino nascer, a sua família teve que fugir para o Egipto, para que se cumprisse a profecia que anunciava: «Do Egipto chamei o meu Filho» (Mt 2,15). E quando na anunciação o anjo comunica a Maria a sua gravidez por obra do Espírito Santo, diz-lhe duas vezes que o menino que vai nascer será chamado Filho de Deus (Lc 1,32.35).

 

 

Artigo de Ariel Álvarez Valdés in Revista Bíblica - Nov/Dez 2010

Saber mais sobre o Mestre - II

No artigo anterior falámos sobre a primeira etapa da vida da Igreja, vamos hoje dedicar-nos à segunda etapa. À medida que os anos passavam, os convertidos ao cristianismo já não se contentavam em saber como Jesus tinha morrido e ressuscitado. Nas reuniões, procuravam saber um pouco mais sobre a sua pessoa: o que tinha feito, que mensagem ensinara, onde tinha vivido, como foi a sua vida.

 

Então, começaram a ser redigidas algumas colecções com as suas frases mais famosas, os seus ditos mais recordados, as suas parábolas, os seus milagres mais espectaculares. Em forma de folhas soltas, eram utilizadas para a catequese dos cristãos que queriam aprofundar um pouco mais a doutrina do Mestre.Descobriram, pois, que Jesus era o Messias e o filho de Deus não a partir da ressurreição, mas durante a sua vida pública.

 

Esse material de parábolas, ditos e milagres, tornou-se tão importante como o da paixão. Então um escritor, a quem chamamos Marcos, decidiu juntá-lo aos relatos da paixão. E nasceu o primeiro evangelho.

 

Por isso, embora o evangelho de Marcos afirme que Jesus é Filho de Deus desde o seu baptismo, nunca ninguém o reconhece como tal publicamente. Só no momento da sua morte, o segredo é descoberto por um centurião romano que estava ao pé da cruz, o qual, «ao vê-lo expirar daquela maneira, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus!» (Mc 15,39). Mais ninguém.

 

 

 

Artigo de Ariel Álvarez Valdés in Revista Bíblica - Nov/Dez 2010

Saber mais sobre o Mestre - I

Os primeiros cristãos não entenderam a pessoa de Jesus toda de uma vez, mas gradualmente. Quando os apóstolos souberam da morte e ressurreição de Jesus, saíram a pregar esta inacreditável notícia. Era algo tão extraordinário, tão maravilhoso, tão inaudito, que se converteu na única mensagem que lhes importava comunicar à gente.

 

Por isso, a única coisa que os cristãos pregaram, durante a primeira etapa da vida da Igreja, foi que Jesus tinha morrido e ressuscitado, e que assim se tinha tornado o Filho de Deus. Portanto, quando os cristãos quiseram pôr por escrito algo da vida de Jesus, o único que lhes pareceu importante escrever foram os detalhes da sua morte e ressurreição.

 

Assim nasceram os relatos da paixão do Senhor: a prisão, a flagelação, as humilhações dos soldados, as negações do seu amigo Pedro, a coroação de espinhos, o julgamento perante o governador Pilatos, a crucifixão, os apupos da multidão, as horas de terrível agonia, a sua morte como um criminoso, e finalmente, a triunfante ressurreição.

 

Esta foi a primeira etapa e os apóstolos  procuravam convencer os seus ouvintes deste grande prodígio ( a ressurreição de Jesus), e que Deus tinha realizado agora em Jesus. Nos próximos artigos vamos pois saber as restantes etapas da vida da Igreja no que diz respeito à pessoa maravilhosa que foi Jesus.

 

 

 

Artigo de Ariel Álvarez Valdés in Revista Bíblica - Nov./Dez 2010

Tempo de Natal

 

 

O Natal não pode reduzir-se a um ou dois dias em que procuramos fazer como se fôssemos mais pacíficos e bondosos que habitualmente. A luz do presépio desafia-nos a ver a escuridão, começando por nós mesmos, detectando no nosso íntimo os vírus da injustiça e da falta de paz.

 

 

Há pequenos passos que podemos tentar, rumo à justiça, à paz, ao amor: - superar pequenos ou grandes conflitos familiares, por meio do perdão e não apenas «engolindo em seco» para evitar males mais graves. Em vez de nos impormos, ceder! - Fazer uma visita hà muito adiada, esclarecer erros, mal-entendidos e preconceitos. - Pedir desculpa, derrubar muros que separam e marginalizam. - Ir aos outros sem qualquer sentimento de superioridade moral.

 

 

 

 

 

Revista Mensageiro do coração de Jesus - Dez. 2010

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