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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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Dia de todas as Mães

 

É já amanhã que celebramos o Dia da Mãe. É o dia de todas as mães, ricas ou pobres, jovens ou velhinhas! Dia das mães de coração puro; mães de um ou de muitos filhos. Mães que às vezes riem e que às vezes choram. Mães que às vezes falam e às vezes se calam...

No Dia da Mãe recordamos todas as mães que estimamos e estão connosco e aquelas que já partiram para Deus. Neste dia, cheio de encanto, dizemos "obrigado, Senhor, pela nossa mãe, de quem recebemos o sopro da tua vida. Ela foi a primeira pulsação de vida que experimentámos, vida da qual és a fonte, o sustento e o destino".

Maria, guarda maternalmente todas as mães! Ajuda-nos a acolher-Te em nossa casa como nossa verdadeira Mãe.

 

 

Revista Rosário de Maria - Maio 2011

Imagem disponível em: http://www.bentoxviportugal.pt/multimedia_fotos_ver.asp?multimediaid=87

Bento XVI elucida

Na passada Sexta-feira Santa a televisão italiana "RaiUno" transmitiu um programa em que as pessoas tiveram a oportunidade de fazer várias perguntas ao Papa Bento XVI. Os principais temas abordados foram o sofrimento, a perseguição dos cristãos, a paz e a paixão, morte e ressurreição de Jesus. No meio de várias perguntas surgiu esta que transcrevo assim como a resposta dada por sua Santidade:

 

"O que Jesus fez no lapso de tempo entre a morte e a ressurreição? E, já que no Credo se diz que Jesus, depois da morte, desceu ao inferno, podemos pensar que isso é algo que acontecerá connosco também, depois da morte, antes de ascender ao céu?”.

 

O Papa Ratzinger explicou que “este descanso da alma de Jesus não deve ser imaginado como uma viagem geográfica, local, de um continente a outro. É uma viagem da alma. É preciso levar em consideração que a alma de Jesus sempre toca o Pai, está sempre em contato com o Pai, mas, ao mesmo tempo, esta alma humana se estende até os últimos confins do ser humano. Neste sentido, desce às profundezas, vai até os perdidos, dirige-se a todos aqueles que não alcançaram a meta das suas vidas”.

“Esta palavra da descida do Senhor aos infernos significa, sobretudo, que Jesus alcança também o passado; que a eficácia da redenção não começa no ano zero ou no ano trinta, mas que chega ao passado, abrange o passado, todas as pessoas de todos os tempos”, acrescentou.

Com relação ao destino da alma humana, afirmou que “nossa vida é diferente: o Senhor já nos redimiu e nos apresentaremos ao Juiz, depois da nossa morte, sob o olhar de Jesus, e este olhar em parte será purificador; acho que todos nós, em maior ou medida, precisaremos ser purificados”.

 

 

Adaptado de:http://www.zenit.org/article-27807?l=portuguese

Quem descobriu o túmulo vazio de Jesus? - I

Cada evangelista procurou destacar na ressurreição de Jesus o que era mais importante para a fé. Assim Marcos quis ensinar que Jesus tinha realmente morrido, estava vivo outra vez, e na Galileia era possível encontrá-lo novamente.

Mateus quis sublinhar que a morte e ressurreição de Jesus marcam o início de uma nova era, os últimos tempos anunciados pelos profetas.

Lucas quis dizer que a morte e ressurreição de Jesus, a partir de Jerusalém, inauguram o tempo da Igreja, e que os discípulos deviam continuar a obra do Ressuscitado.

Finalmente, João quis ensinar que, com a ressurreição de Jesus, para o crente já não há mais morte. Que esta foi eliminada. Agora é a Vida quem se apodera do coração daquele que tem fé.

Mas, numa época em que a mulher não contava para nada, não era valorizada e nem sequer podia ser testemunha num julgamento, os quatro evangelistas coincidem em que foram algumas mulheres as primeiras a receber o encargo de proclamar a notícia da ressurreição.

Hoje, graças a elas, milhões de critãos acreditam na ressurreição do Senhor. É o que o mundo espera da Igreja: que seja credível como aquelas mulheres o foram. Para que no meio de tanta mentira e de notícias enganadoras, o mundo aceite a Boa Notícia de Jesus.

 

 

Artigo de Ariel Álvarez Valdés in Revista Bíblica Março / Abril 2011

 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ressurrei%C3%A7%C3%A3o_de_Cristo_%28Rafael%29

 

 

Quem descobriu o túmulo vazio de Jesus?

 

Os quatro Evangelhos afirmam que foram as mulheres as primeiras a descobrir o túmulo vazio de Jesus. Que sucedeu exactamente na manhã de Páscoa?É possível supor assim os factos centrais daquele dia:

No Domingo pela manhã, algumas mulheres foram ao túmulo do Senhor, talvez para chorar segundo o costume judaico. Estando ali, tiveram uma experiência da ressurreição de Jesus impossível de exprimir com palavras humanas, tornando-se, deste modo, as primeiras a perceber que Jesus estava vivo.

Entretanto, os discípulos já não estavam em Jerusalém. Após os acontecimentos de Sexta-feira Santa, e passada a Páscoa, teriam regressado para a Galileia, donde eram todos, pois já não tinham nada que fazer na capital. E lá, na Galileia, tiveram a sua própria experiência de Jesus ressuscitado. Então regressaram a Jerusalém, onde verificaram que as mulheres tinham vivido uma percepção semelhante.

 


Artigo de Ariel Álvarez Valdés in Revista Bíblica Março / Abril 2011

Imagem disponível em:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Ressurrei%C3%A7%C3%A3o_de_Cristo_%28Rafael%29

João Paulo II - um Papa santo

 

É já no próximo "Domingo da Misericórdia" que Bento XVI vai proceder à beatificação do seu antecessor João Paulo II. Karol Wojtyla, o papa polaco, foi um homem profundamente religioso, que marcou a Igreja com o testemunho da sua fé inquebrantável, quer nos tempos da perseguição comunista na Polónia, quer nas provações por que passou após o atentado em 1981 e a doença de Parkinson nos últimos anos da sua vida.

O segredo de João Paulo II estava na oração. Um Papa que rezava muito, diziam alguns dos seus mais directos colaboradores, várias horas, de dia e de noite, por vezes, noites inteiras. A oração foi a grande força de João Paulo II. Sua vida, impregnada do divino, cativava, seduzia, inspirava outros e outras a realizar obras de santidade, bem, justiça e de paz.

 

Revista Bíblica Março - Abril 2011; Revista  Mensageiro do coração de Jesus - Abril 2011

Imagem disponível em:http://agencia.ecclesia.pt/dlds/bo/BeatoJoaoPaulo.pdf

Foi com alegria...

 

Foi com imensa alegria que hoje vários grupos percorreram esta paróquia anunciando a Ressurreição de Jesus. Só quem percorre as ruas, e convive com as pessoas é que tem nocão da experiência enriquecedora que se adquire. Muitas delas emocionam-se com o contacto da cruz. É ali que se sente o "pulsar" do coração de cada um. A vida acontece naquele momento e muitas vezes renasce como aconteceu com Jesus. São momentos únicos. São momentos de muita Fé. Deixam-nos sem palavras. Mostram-nos que ainda há pessoas ricas por dentro, capazes de exporem os seus sentimentos de amor a Jesus. E não se pense que isto acontece só quando entramos em casa das pessoas. Os transeuntes pessoas humildes que passam na rua pedem-nos para beijar a cruz. O tempo que vivemos é de acreditar. Olhar em frente e perceber que para lá do horizonte Jesus espera por nós sempre com uma palavra amiga. 

 

 

J.S.

 

 

 

 

Jesus «renasceu»

 

  Celebramos a mais antiga das festas do Cristianismo: a Páscoa, passagem da morte à vida, vitória da vida sobre a morte. Deus não morreu.  Jesus «renasceu». Como Ele e com Ele, venceremos a morte.

Jesus confiou no Pai, radicalmente: «Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito». Foram de confiança as suas últimas palavras, na Sexta-Feira Santa, apesar de tudo o que acontecera. Entregou a vida. E a vida não morre, porque o amor não pode morrer.

O amor é, para nós, a possibilidade de ressurreição a todas as horas; é exigente e mata o egoísmo, mas garante permanentemente a ressurreição da alegria e da felicidade, proclamadas nas Bem-aventuranças e festejadas na Páscoa cristã.

 

 

 

Revista Mensageiro do coração de Jesus - Abril 2011; imagem disponível em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ressurrei%C3%A7%C3%A3o_de_Cristo_%28Rafael%29

Quando há fé... Jesus ajuda

 

 

 Acidentes graves, doenças incuráveis, este ou aquele género de catástrofes...ninguém está imune a surpresas desagradáveis. Sentimo-nos como Marta e Maria, irmãs de Lázaro. E, dentro de nós, irrompem interrogações, dúvidas e, quem sabe, o desespero. Mas, Jesus esteve lá, para ajudar, soube escutar os desabafos das irmãs de Lázaro,compreendeu-as, chorou com elas.

 

 

Jesus não nos isenta do sofrimento. O que faz, é sofrer e morrer connosco. É vida e é ressurreição, e esta significa passagem, regresso da morte à vida.

 

Revista Mensageiro do coração de Jesus - Abril 2011; imagem disponível em:http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Juan_de_Flandes_001.jpg


 

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