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Blogue da Paróquia do Santíssimo Sacramento

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Manter e aumentar a relação com Deus

 

Colocam uma armadilha a Jesus, mas Ele não cai. A resposta de Jesus é tão lúcida que ainda é usada na vida corrente como regra que separa o que pertence a cada um.

"A cada qual o que lhe pertence" diz a sabedoria popular. Dar a Deus o que é de Deus é propor uma tarefa que nunca ficará completa, ao passo que restituir a César o que lhe pertence supõe simplesmente cumprir com uma divída contraída. Cumpre-se mais fácilmente com César do que com Deus.

Dar a César o que é de César não nos relaciona com o César. Mas dar a Deus o que é de Deus situa-se numa ordem completamente diferente. Com Deus sempre temos uma obrigação a cumprir: manter e aumentar a relação. 

 

(GINEL, Álvaro; AYERRA, Mari Patxi - A palavra do Domingo - Comentário e Oração. Porto: Edições Salesianas, 2006);

Imagem disponível em:http://pt.wikipedia.org/wiki/Tib%C3%A9rio

Trabalhar na "vinha" do Senhor

Esta parábola da vinha é um símbolo de Deus com o seu Povo. Há um esquema que se resume assim: o dono da vinha preocupa-se pessolmente com ela e cuida-a; é Sua e, como tal, mantém-na e quer que produza. Arrenda-a a uns rendeiros para que a trabalhem, mas esses pensam que é sua, fazem-se "donos e senhores" do que lhes foi entregue. Ocupam-se mais em ser propriétários que em ser trabalhadores da vinha.

 

Negam-se a reconhecer os direitos do seu senhor e maquinam a forma de ficar com a vinha, sem excluir a morte do filho do seu senhor. Sentem-se tão donos da vinha, que se arrogam todo o poder. Não nos lembra esta história alguma outra, onde uns espertinhos que começam como sócios com outros, e poucos dias depois apanham tudo e deixam tranquilamente na ruína mais absoluta os que antes chamavam íntimos amigos? Mas na parábola, o dono da vinha tem poder para pôr as coisas no seu devido lugar.

 

A novidade na parábola de Jesus é que "põe nome", os "espertinhos rendeiros": são nada mais nada menos que os seus interlocutores. Esta parábola não é um ontem. Tem presente. Ser chamados a trabalhar na vinha do Senhor não nos dá nenhum direito a pensar que a vinha é nossa. Sempre há, sempre haverá trabalhadores que se sentem "servos" e reconhecem o seu Senhor. E o seu Senhor não os abandonará.

 

 

(GINEL, Álvaro; AYERRA, Mari Patxi - A palavra do Domingo - Comentário e Oração. Porto: Edições Salesianas, 2006)

 

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